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Após 318 dias

Máscaras deixam de ser obrigatórias nas ruas de Portugal

Com mais de 78% da população com o esquema vacinal completo, o país tem progressivamente eliminado as restrições impostas pela pandemia da Covid-19
Agência FolhaPress

Publicado em 

13 set 2021 às 08:35

Publicado em 13 de Setembro de 2021 às 08:35

Mulher usando máscara
Máscaras deixam de ser obrigatórias nas ruas de Portugal após 318 dias Crédito: prostooleh/Freepik
Após 318 dias em vigor, a obrigatoriedade de uso de máscaras nas ruas de Portugal já não vale a partir desta segunda-feira (13).
Com mais de 78% da população com o esquema vacinal completo, o país tem progressivamente eliminado as restrições impostas pela pandemia da Covid-19.
A cobertura facial ainda é exigida em espaços fechados, transportes públicos, shoppings, prédios públicos e para entrar ou circular na área interna de cafés e restaurantes e em outras situações específicas, como nas escolas.
Apesar do fim da obrigatoriedade, as autoridades de saúde recomendam que as máscaras sigam sendo utilizadas em locais com aglomeração de pessoas.
Os deputados portugueses optaram por não renovar a lei que determinava o uso de máscara. O diploma inicial fora aprovado em outubro, em um momento de alta de casos de Covid-19 no país.
Pelas regras lusas, as máscaras nas ruas só eram obrigatórias quando não fosse possível manter o distanciamento social. Ainda assim, muitos portugueses, sobretudo nas grandes cidades, optaram por usar a cobertura facial sempre que saíam de casa.
A decisão de acabar com a obrigatoriedade das máscaras nas ruas não foi unanimidade entre especialistas, e alguns grupos médicos se opuseram à medida.
"A Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública continua a sugerir que, especialmente nesta fase de inverno em que vamos entrar, a máscara continue a ser um equipamento de proteção individual utilizado por todos ou quase todos, de maneira a que nos possamos proteger, não só da Covid-19, mas também da gripe", afirmou o presidente em exercício da entidade Gustavo Tato Jorge, em declaração à agência Lusa.

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