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Estados Unidos

Em vitória de Biden, Congresso aprova pacote fiscal de US$ 1,9 trilhão

A proposta de estímulos já havia sido aprovada na Câmara no final de fevereiro, mas voltou para análise dos deputados após sofrer alterações no Senado

Publicado em 10 de Março de 2021 às 17:58

Agência Estado

Publicado em 

10 mar 2021 às 17:58
O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, discursa durante a cerimônia   de sua posse realizada no Capitólio, em  Washington (DC), nesta quarta-feira (20). Biden se tornou o   46º presidente a assumir o comando do país
O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, discursa durante a cerimônia de sua posse realizada no Capitólio, em Washington (DC).  Crédito: PATRICK SEMANSKY/ESTADÃO CONTEÚDO
A Câmara dos Representantes aprovou nesta quarta-feira (10), a versão final do pacote fiscal de US$ 1,9 trilhão proposto pelo governo americano. Foi a primeira vitória legislativa do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que assumiu o cargo em 20 de janeiro. De acordo com a Casa Branca, o democrata assinará a legislação nesta sexta-feira (12). 
A proposta de estímulos já havia sido aprovada na Câmara no final de fevereiro, mas voltou para análise dos deputados após sofrer alterações no Senado. Hoje, a legislação passou com 220 votos favoráveis e 211 contrários. Nenhum republicano votou a favor da aprovação da lei, enquanto apenas um democrata votou contra.
"O Congresso acaba de aprovar o Plano de Resgate Americano do presidente Biden", diz uma publicação na conta oficial da Casa Branca no Twitter. "Um pacote legislativo histórico que virará a página desta pandemia, proporcionará alívio direto aos americanos e dará partida em nossa economia."
A legislação inclui US$ 350 bilhões em ajuda financeira a governos estaduais e locais, pagamentos diretos de US$ 1,4 mil para indivíduos que ganham até US$ 75 mil por ano, a extensão dos benefícios de auxílio-desemprego de US$ 300 por semana, além de US$ 130 bilhões para escolas e US$ 14 bilhões para acelerar a distribuição de vacinas contra a covid-19. A medida mais polêmica, o aumento do salário mínimo do país de US$ 7,25 para US$ 15 a hora, foi retirada da proposta no Senado para agradar à ala mais moderada do partido.
De acordo com a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, o governo se moverá "rapidamente" para implementar os estímulos. Ela disse que Biden indicará alguém para liderar o processo, mas não indicou nenhum nome específico. Nesta terça-feira, 9, a secretária do Tesouro, Janet Yellen, afirmou que o governo trabalharia para que os recursos da proposta destinados a estados e cidades estivessem disponíveis o mais rápido possível.

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