Publicado em 8 de março de 2022 às 19:12
- Atualizado há 4 anos
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta terça-feira (8), a decisão de proibir a importação de petróleo e gás da Rússia. Durante pronunciamento na Casa Branca, ele disse que a decisão foi adotada "em contato próximo" com aliados, mas também afirmou saber que vários países da Europa não podem dar esse passo, no contexto atual. >
Ele informou que há um trabalho "no longo prazo" para que o continente diminua sua dependência da Rússia no setor de energia, enquanto no caso dos EUA o petróleo russo "não será aceito em nossos portos".>
Biden disse que o preço da gasolina nos EUA "deve subir mais" com a medida, mas afirmou que seu governo fará todo o possível para mitigar o impacto sobre os consumidores. "Estamos adotando o pacote mais significativo de sanções da história", ressaltou, citando alguns pontos, entre eles evitar que o banco central da Rússia consiga apoiar o valor do rublo e restringir o acesso do país a itens de tecnologia, o que acaba por penalizar a economia russa. >
"Putin continuará em sua rota assassina", advertiu sobre a incursão militar na Ucrânia e o fato de que Moscou não aceita até agora um cessar-fogo.>
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O presidente norte-americano celebrou a resistência dos ucranianos à invasão militar russa e disse que os EUA já enviaram mais de US$ 1 bilhão em assistência de defesa ao país, pedindo que o Congresso em Washington aprove um pacote de ajuda à nação europeia. >
Ele destacou que várias empresas americanas têm suspendido negócios com a Rússia, mesmo sem um pedido do governo americano, e cobrou companhias do setor de energia a não aproveitar o quadro para subir demais seus preços. >
Ainda para Biden, as empresas de energia que têm abandonado a Rússia estão "liderando pelo exemplo".>
Biden disse que os EUA estão perto de seu recorde na produção de petróleo e também destacou o trabalho para que o país se torne um líder mundial na exportação de tecnologias ecológicas.>
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