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Surfe

Krystian Kymerson avança no segundo dia de competições do Dream Tour

Foi um dia de mar clássico para dar sequência a segunda fase do masculino no período da manhã, e as primeiras 6 baterias das oitavas de final no período da tarde desta quarta-feira (17)

Publicado em 17 de Julho de 2024 às 19:53

Redação de A Gazeta

Publicado em 

17 jul 2024 às 19:53
Krystian Kymerson avança no segundo dia de competições do Dream Tour
Krystian Kymerson avança no segundo dia de competições do Dream Tour Crédito: jjv.fotos_ e ds.images/Divulgação
O mar subiu para o segundo dia do Dream Tour Vila Velha–ES, que representa a divisão principal da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) e foi um dia clássico para dar sequência a segunda fase do masculino no período da manhã, e as primeiras 6 baterias das oitavas de final no período da tarde desta quarta-feira (17).
Entre os capixabas apenas Krystian Kymerson agora segue na competição. Léo Andrade foi eliminado na bateria contra Israel Júnior (RN) na segunda fase. Já Rafael Teixeira, wildcard da etapa, encontrou Krystian nas oitavas de final e a disputa fechou o segundo dia do evento, deixando a torcida capixaba com um mix de sentimentos, afinal eles gostariam que ambos estivessem nas quartas de final.
“Sabia que seria uma bateria muito disputada, mas fui feliz e consegui achar boas ondas. Acabei quebrando a minha prancha mágica, mas estou muito feliz porque todas as outras também são boas. Estou muito feliz com esse bom resultado. Na primeira etapa, em Porto de Galinhas, não fui bem, então estou focada em cada uma das baterias e a vibe é muito boa, já que estou em casa, com minha família e amigos. Só agradecer pelo dia com altas ondas. Convido todo o pessoal do Espírito Santo para vir assistir aqui na praia, já que o evento está irado”, finaliza Krystian.
Na quarta bateria da segunda fase, o cearense Artur Silva venceu Luan Carvalho (SP) e conquistou a melhor nota do dia, um 9.0, com um tubo que tirou o fôlego do público da praia. “Estou muito feliz em ter conseguido boas notas. Já havia perdido duas ondas, então quando vi essa onda achei que não conseguiria, mas deu certo e dropei. Precisava muito para dar uma saltada na nota que era meu objetivo principal e consegui”, conta Artur.
Adriano também foi destaque, abrindo as oitavas de final com a bateria catarinense contra Willian Cardoso, o Panda. Mineirinho levou a melhor e finalizou a disputa com 8.64 de somatória, mostrando todo o surfe que o consagrou campeão mundial.
“Essa disputa foi muito legal, admiro demais o Willian e já vivemos muita coisa junto. Acho que uma bateria a mais, uma a menos hoje não faz mais tanta diferença. Acho que estamos em um momento da carreira que estar vivo e saudável, competindo é o nosso grande prêmio. Fazer uma bateria com ele é incrível, desde os 11 anos competimos juntos e sempre tivemos uma briga acirrada, foi incrível”, diz Adriano.

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