Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Gabriel Tebaldi

Lula: medíocre escravo

Lula acumula palanques vazios, descrédito popular e o solitário apoio de uma militância de cabides políticos e corredores mofados de universidades

Publicado em 26 de Janeiro de 2018 às 16:56

Públicado em 

26 jan 2018 às 16:56

Colunista

O que fazer quando pesam contra ti nove denúncias do Ministério Público? Como reagir a 246 acusações de lavagem de dinheiro, 21 de corrupção passiva, três de formação de quadrilha e quatro por tráfico de influência? Que resposta é possível dar para 238 páginas de um juiz em 1ª instância? O que resta fazer após 430 páginas de sentença em um Tribunal Regional?

Diante do agigantamento da verdade, há apenas um caminho para o canalha: a mentira. Lapidá-la e repetí-la oxigena cadáveres políticos. Quando profissionalizada, a mentira se torna um sofisma, ilusão que simula a realidade e encobre sua inconsistência com discursos regados a má-fé.

Esqueça Marx, Engels, Stálin! A inspiração petista, agora, é a máxima sarcástica de Nelson Rodrigues: “Se os fatos são contra mim, pior para os fatos!”. Incapazes de rebater a lição jurídica recebida, Lula e seus capangas recorrem ao grito como única estratégia.

Gleisi Hoffmann avisa: para prender Lula “vai ter que matar gente”; para Lindbergh Farias, a hora é de “rebelião cidadã e desobediência civil”; João Stédile promete “impedir com tudo que for possível” a prisão do companheiro; já Lula diz “não ter nenhuma razão” para respeitar a decisão do TRF. Enquanto isso, o PT atribui a condenação a uma “farsa judicial orquestrada pela Rede Globo”.

Embora ecoe e crie manchetes, a histeria petista é apenas o reflexo de sua queda. Sem argumentos, restam os gritos; sem a verdade, sobram os cuspes. Embora se diga poderoso, Lula acumula palanques vazios, descrédito popular e o solitário apoio de uma militância de cabides políticos e corredores mofados de universidades.

A Segunda Epístola do apóstolo Pedro sintetiza: “Eles lhes prometem liberdade, mas são escravos da corrupção, pois o homem é escravizado pelo mal que o domina”.

Perante a Justiça, os culpados se desesperam. Como ensinou Ovídio, “a consciência tranquila ri-se das mentiras”. Aos que dissolvem sua essência em nome do poder, cabe-lhes constatar o seu fim numa medíocre escravidão, verdadeiro inferno de si mesmo.

*O autor é graduado em História e Filosofia, e pós-graduado em Sociologia

 

{{ndFunctionFirstNotNull(post.original_author.attributes_map.descricao_de_colunista.value,post.original_author.biography)}}

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Caminhão de cerveja tomba em trecho onde acidente com ônibus matou 3 na BR 262
Caminhão de cerveja tomba no mesmo trecho de tragédia com ônibus no ES
Ciclista, bicicleta, cadeirinha, criança, ciclovia
Grande Vitória vai ganhar mais 144 km de ciclovias e ciclofaixas; veja os locais
Imagem de destaque
O que muda na saúde bucal depois dos 50? Especialista lista 7 cuidados

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados