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Comportamento

Puxadores de tapete: a política invisível que sabota equipes

Quando a aparência fala mais alto que a entrega, o talento real perde espaço. Mas há como virar esse jogo

Publicado em 22 de Junho de 2025 às 15:00

Publicado em 

22 jun 2025 às 15:00
Luciana Almeida

Colunista

Luciana Almeida

Reunião de trabalho
Reunião de trabalho Crédito: Ground Picture/Shutterstock
Um leitor me escreveu algo que, infelizmente, é mais comum do que parece:
“Meu colega trata mal os funcionários, bajula os chefes e apresenta ideias do grupo como se fossem dele. O que fazer?”
Esse tipo de comportamento evidencia um problema silencioso em muitas empresas: a falta de olhar atento da liderança para os verdadeiros talentos. Quando se valoriza mais quem “encanta” do que quem entrega, o ambiente se torna fértil para jogos de vaidade, não de colaboração.
Como se proteger?
• Registre suas contribuições. Use o e-mail a seu favor, com cópia para o grupo.
• Construa sua visibilidade com ética. Evite o jogo de aparências.
• Converse com respeito e firmeza. Fatos falam mais do que suposições.
• Foque no que importa. Quem constrói, segue em frente.
“Antes, puxavam cadeiras. Hoje, puxam tapetes.” Mas sempre haverá espaço para quem se posiciona com respeito e consistência.
Até a próxima!

Luciana Almeida

É jornalista e tem um olhar atento sobre comportamento, arte, relacionamentos e lifestyle. Compartilha as suas ideias sempre com a intenção de criar ambientes favoráveis ao desenvolvimento das pessoas

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