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Síndrome vasovagal

Por que tem gente que passa mal ao ver agulhas, como Gabriela Prioli?

A síndrome vasovagal se caracteriza pela perda de consciência, ou seja, o desmaio, devido à diminuição do fluxo de sangue no cérebro e no coração
Redação de A Gazeta

Publicado em 27 de Março de 2023 às 08:00

Gabriela Prioli
Gabriela Prioli tem a síndrome vasovagal, que foi desencadeada pelo medo de agulhas Crédito: Reprodução @Gabrielaprioli
Ao contrário do que muitos dizem, o ato de desmaiar ao ver sangue ou durante a realização de exames não é frescura e pode estar relacionado a uma condição de saúde: a síndrome vasovagal. Ao relatar o parto da primeira filha, o marido de Gabriela Prioli revelou que a apresentadora tem essa síndrome, que foi desencadeada pelo medo de agulhas. A condição representou um desafio para Prioli durante o nascimento da bebê.
De acordo com a cardiologista Tatiane Emerich, embora pouco conhecida, a síndrome vasovagal se caracteriza pela perda de consciência, ou seja, o desmaio, devido à diminuição do fluxo de sangue no cérebro e no coração.
"Há uma diminuição da pressão arterial e dos batimentos cardíacos por ação do nervo vago, que faz parte de um sistema nervoso do nosso organismo chamado parassimpático", detalha a médica da Unimed Vitória.
A síndrome vasovagal pode ser desencadeada por situações de estresse, como o medo de agulhas, além de má alimentação, movimentos bruscos do corpo, jejum prolongado, ambientes fechados, o ato de ficar muito tempo de pé, em aglomerações e o calor excessivo.
"Os portadores dessa síndrome podem apresentar sinais da pressão baixa, que chamamos de pré-síncope, como tontura e mal-estar, podendo evoluir para a síncope de fato, o desmaio. Não adianta brigar com os sintomas, a melhor coisa a se fazer quando se tem esses sinais de pré-síncope é deitar-se para facilitar a circulação do sangue e tentar evitar a perda de consciência", alerta Tatiane. Qualquer pessoa pode desenvolver essa síndrome. No entanto, ela é mais comum nas mulheres e durante a juventude.

DIAGÓSTICO

De acordo com Tatiane Emerich, para que o diagnóstico seja feito, os pacientes precisam se consultar com um cardiologista, que fará uma coleta minuciosa de informações sobre o quadro da síncope, além de exames de rotina cardiológicos e neurológicos para descartar outras causas.
Não existe um tratamento específico para essa síndrome, a prevenção é feita com mudanças comportamentais, o que inclui manter uma hidratação correta, alimentação saudável e praticar atividades físicas leves.
“Evitar ficar horas de pé, evitar locais aglomerados, usar roupas leves no calor e ter uma boa noite de sono também são hábitos que contribuem para o controle dessa síndrome", indica a cardiologista.

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