Publicado em 17 de julho de 2023 às 08:00
A busca por uma vida equilibrada é um dos pontos que têm ganhado destaque nos últimos tempos, principalmente com relação à saúde mental. Nesse sentido, a procura por atividades físicas que promovam o bem-estar do corpo e da mente também aumentou, visto que muitas delas reduzem os níveis de estresse e ansiedade causados pelo dia a dia. >
Segundo uma pesquisa da Ironfisio Integrativa, em 2020 houve um aumento de 43% na busca por profissionais de fisioterapia ocupacional e pilates. Isso porque os benefícios proporcionados pela técnica têm demonstrado resultados não somente no corpo, como também para o tratamento complementar de problemas psicológicos que afetam a rotina. >
Em função disso, a fisioterapeuta Josi Araújo, da Pure Pilates, explica como o pilates favorece a saúde mental e a qualidade de vida. Veja! >
Um dos pontos em que o pilates se destaca é a melhora da concentração e do foco. “A concentração é um dos princípios do pilates, ou seja, a mente precisa controlar o corpo. Isso porque os exercícios nos exigem maior foco sobre os movimentos que estão sendo executados. O método contribui para afastar os gatilhos mentais que geram ansiedade, como preocupações e estresse causado pelo trabalho”, declara Josi Araújo. Com o tempo, essa capacidade se torna mais fácil e natural, podendo ser aplicada em outras áreas e momentos da vida. >
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O método é uma prática que vai além do exercício físico. Seus benefícios para a saúde mental são inegáveis, melhorando a concentração, o equilíbrio emocional e a qualidade de vida. “No pilates, trabalhamos muito com a respiração, postura, musculatura e equilíbrio, que, quando combinados com os objetivos específicos do tratamento de diversas doenças mentais, tornam o método importantíssimo na prevenção e alívio dessas doenças”, explica. >
Não existem limites para a prática do pilates. Ele é indicado para pessoas de todas as idades que buscam qualidade de vida. “Sua abordagem global permite um trabalho sinérgico entre músculos e mente. Conforme os exercícios vão mudando e a prática vai evoluindo, o aluno precisa lidar novamente com sua capacidade de concentração em torno do novo movimento, até que executá-lo se torne mais fácil e natural”, conclui a fisioterapeuta. >
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