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Cabe recurso

Humorista Cris Pereira é condenado por estupro de vulnerável

O humorista Cris Pereira, do elenco de A Praça É Nossa (SBT), foi condenado a 18 anos, 4 meses e 15 dias de prisão em regime fechado por estupro
Agência FolhaPress

Publicado em 27 de Setembro de 2025 às 14:34

Humorista Cris Pereira
Humorista Cris Pereira Crédito: Reprodução @ocrispereira
O humorista Cris Pereira, do elenco de A Praça É Nossa (SBT), foi condenado a 18 anos, 4 meses e 15 dias de prisão em regime fechado por estupro de vulnerável pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS).
A decisão foi publicada na última quinta-feira (25). Cabe recurso. A defesa dele diz que vai recorrer e que a decisão "contrariou provas periciais".
Cristiano Pereira ficou conhecido pelo personagem Gaudêncio, um típico "bagual", homem rude do interior gaúcho. Ele também interpreta Jorge da Borracharia e Claudiovaldo no humorístico. O comediante tem 1,4 milhões de seguidores no Instagram e faz shows de stand-up pelo Brasil.
O caso está segredo de Justiça. A advogada da mãe da vítima, Aline Rubenich, afirmou em comunicado publicado em redes sociais que, "paralelamente ao processo criminal, o condenado buscou judicialmente imputar alienação parental à mãe da vítima."
"Esse expediente, infelizmente, é recorrente em casos de violência, onde mulheres e mães são perseguidas judicialmente. A decisão unânime escancara a gravidade de um caso emblemático de violência sexual já julgados no Estado e marca uma resposta contundente da Justiça contra crimes cometidos contra crianças e adolescentes", completou a advogada.

OUTRO LADO

O advogado de Cris Pereira, Edson Cunha, afirmou em comunicado publicado em rede social que seu cliente foi absolvido em primeira instância. "Todos os laudos periciais confirmaram a inexistência do fato. Irresignada, a ex-namorada contratou advogado particular para recorrer da sentença que absolveu e inocentou Cristiano", diz texto publicado pela defesa.
"No julgamento em segundo grau, contudo, houve decisão que contrariou as provas periciais produzidas em juízo, conferindo peso a atestados particulares apresentados pela assistência da acusação", diz trecho.
"Mantemos plena confiança no reconhecimento do equívoco de julgamento no TJRS, visto que nenhuma das provas efetivamente produzidas sob o crivo do contraditório e da ampla defesa — e analisadas na sentença absolutória de primeiro grau — foi devidamente apreciada no julgamento de segunda instância. Temos plena convicção da inocência de Cristiano Pereira, e confiamos no Poder Judiciário", afirmou o advogado.
Procurado pela reportagem, o SBT afirmou, via assessoria de imprensa, que "não foi notificado e nem informado a respeito dessa possível ação".

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