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Carteira de vacinação

Saiba por que é importante manter o protocolo vacinal do pet em dia

Sem a imunização anual obrigatória, ao sair para um passeio nas ruas, os animais correm um risco enorme de contaminação, e não precisa, necessariamente, ter contato direto com outro pet.

Publicado em 31 de Janeiro de 2023 às 07:00

Publicado em 

31 jan 2023 às 07:00
Rachel Martins

Colunista

Rachel Martins

O protocolo vacinal completo  é essencial nos pets, pois evita uma série de doenças que podem levar o pet a óbito. A Carteira Digital de Vacinação é uma ótima dica para não esquecer as datas corretas do ciclo
O protocolo vacinal completo é essencial nos pets, pois evita uma série de doenças que podem levar o pet a óbito Crédito: Freepik
Manter em dia a vacinação de nossos animais de estimação é muito importante, afinal, é a única maneira de protegê-los contra doenças graves, que, inclusive, podem levar o pet a óbito. Além disso, também assegura a nossa saúde, já que muitas dessas infecções são zoonoses e podem ser transmitidas a humanos.
Mas, infelizmente, segundo um levantamento exclusivo da Guiavet, plataforma de medicina veterinária de família, que analisou dados de mais de 4,6 mil pets em todo o país, apenas 55,94% estão com o protocolo vacinal em dia, o que representa, portanto, que 46,06% dos cachorros e gatos estão correndo o risco de contrair alguma enfermidade que poderia ser evitada com a imunização em dia.
Segundo a consultora veterinária Rosane Costa, da Guiavet, essa situação é resultado de uma junção de acontecimentos. “Uma delas, muito comum, é a perda da carteira de vacina. E por já não saber mais como está a situação vacinal de seus animais, os tutores vão ‘deixando pra lá’. E com a pandemia do coronavírus, as pessoas ficaram mais em casa e, por isso, podem ter achado não ser necessária a continuação da vacinação, imaginando que eles não corriam o risco de serem contaminados por estarem confinados. Há também a falta de conhecimento. Alguns tutores pensam que o protocolo só é necessário quando o animal é filhote e não fazem o reforço anual. Por fim, existem as questões financeiras. Muitos tutores vacinam seus pets anualmente com a antirrábica em campanhas da prefeitura, que é gratuita, mas não imunizam os pets com as vacinas múltiplas, que são pagas e aplicadas por médicos-veterinários em domicílio ou em clínicas”, ressalta.
Ela explica que seguir à risca o protocolo vacinal é essencial. “Sem as vacinas, cães e gatos ficam sujeitos a várias doenças, inclusive às que podem levá-los a óbito. As vacinas múltiplas são muito importantes. Nas V8 e V10 caninas, os cachorros ficam protegidos de cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa, adenovirose, coronavirose, parainfluenza e leptospirose (e suas variáveis). Já para os gatos, estão disponíveis as vacinas V3, V4 e V5. A V3 protege de calicivirose, rinotraqueíte e panleucopenia. A V4, de todas essas doenças mais a clamidiose. Já na V5 é acrescentada a prevenção da FELV, vírus que diminui a imunidade do gato, causando várias doenças. Além disso, os pets devem ser protegidos da raiva que, mesmo não sendo muito comum, é uma doença muito perigosa, inclusive para os seres humanos, e não tem cura, levando à morte. Para ela, existe a antirrábica”, alerta.
Rosane Costa salienta que essas doenças podem causar falta de apetite, desidratação, dificuldades respiratórias e baixa imunidade, o que deixa os animais suscetíveis a problemas de saúde secundários, como pneumonia. 
"Em casos graves, o animal pode, sim, vir a óbito. Para os gatos, não há vacinas opcionais, só as obrigatórias citadas. Mas para cachorros existem vacinas contra a gripe canina (também chamada de tosse dos canis), giardíase e leishmaniose"
É importante lembrar, alerta a consultora veterinária da Guiavet, que sem a imunização anual obrigatória, ao sair para um passeio nas ruas, os animais correm um risco enorme de contaminação, e não precisa, necessariamente, ter contato direto com outro pet.
“Só de passar em lugares contaminados com secreções, como urina, fezes e saliva, o cachorro ou gato já pode se contaminar. Sem contar que a maioria têm acesso livre à rua, tornando muito mais fácil a contração de problemas de saúde que vão além da proteção vacinal”.
E embora a pesquisa da Guiavet tenha sido realizada com animais domésticos, que têm tutores, Rosane Costa alerta também para a necessidade urgente de uma política mais severa contra o abandono de animais por parte do poder público, além de uma campanha anual de vacinação dos mesmos, não somente da vacina contra a raiva. “Quem sabe uma ação em parceria com as ongs voltadas à causa animal. E pensando, ainda, de uma forma utópica, quem não pode levar um animal de rua para dentro de casa, pode apenas apadrinhar um, aquele que está sempre perto de sua casa, proporcionando a essa cachorro ou gato, alimentação diária, as vacinas e a castração”.

Carteira Digital de Vacinação

E para aqueles que perderam a carteira de vacinação do pet ou sempre esquecem de fazer a sua imunização vacinal, que é necessária anualmente, uma boa solução é a Carteira de Vacina Digital.
A CEO e cofundadora da Guiavet, Gabi Mendes, explica que a carteira virtual é mais um serviço da plataforma que oferece todo o suporte de um médico-veterinário de família que fica sempre disponível para tirar dúvidas, apoiar e tratar do animal.
“A carteira de vacinação digital é mais uma ferramenta que lançamos para aumentar a adesão aos cuidados preventivos dos pets. A vantagem é que além de não correr o risco de perdê-la, o tutor recebe lembretes nas datas de renovação das doses de vacinas, que só cessam após o usuário cadastrar a nova dose. E o documento é válido em todo o país, podendo ser usado, inclusive, em viagens, para comprovação da imunização. Seguindo todos os requisitos do Conselho Federal de Medicina Veterinária”, garante.

Rachel Martins

Uma jornalista que ama os animais, assim é Rachel Martins. Não é a toa que ela adotou duas gatinhas, a Frida e a Chloé, que são as verdadeiras donas da casa. Escreve semanalmente sobre os benefícios que uma relação como essa é capaz de proporcionar

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