Publicado em 7 de janeiro de 2026 às 07:50
Os cachorros de pequeno porte conquistaram um espaço enorme nos lares e nos corações dos brasileiros. Reconhecidos por seu tamanho compacto e comportamento afetuoso, esses cães costumam pesar até 10 kg e são ideais para quem vive em apartamentos ou espaços menores. Entre as raças mais populares, estão o chihuahua, o lulu da pomerânia, o yorkshire terrier, o maltês, o shih tzu e o pug. >
Abaixo, confira algumas curiosidades sobre os cachorros de pequeno porte! >
Cães de pequeno porte costumam viver mais tempo que os de raças médias ou grandes. Enquanto um cachorro grande vive, em média, de 8 a 12 anos, um pequeno pode chegar facilmente aos 15 ou 18 anos. Essa diferença ocorre porque os cães menores têm metabolismo mais eficiente e sofrem menos desgaste nas articulações e no coração. Para o tutor, isso representa uma convivência mais longa, mas também a necessidade de cuidados de saúde e nutrição por mais tempo. >
Apesar do tamanho reduzido, cães pequenos são incrivelmente destemidos. Raças como o chihuahua e o dachshund foram criadas para caçar pequenos animais e, por isso, mantêm instintos de coragem e vigilância. Essa autoconfiança faz com que muitos deles se comportem como verdadeiros guardiões, latindo para avisar sobre qualquer movimento diferente. >
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Uma das maiores vantagens dos cachorros pequenos é a facilidade de adaptação a ambientes reduzidos. Eles são perfeitos para apartamentos ou casas sem quintal, pois ocupam pouco espaço e gastam menos energia em deslocamentos. No entanto, isso não significa que dispensam atividades físicas: precisam de caminhadas diárias e brincadeiras para manter o equilíbrio físico e mental. >
Por terem metabolismo acelerado e corpo menor, cachorros pequenos precisam de dietas cuidadosamente balanceadas. Excesso de comida ou petiscos pode causar obesidade rapidamente, o que compromete articulações, coração e fígado. A ração deve ser específica para o porte e idade, com grãos menores e nutrientes concentrados. >
O corpo dos cães de pequeno porte é proporcionalmente mais frágil, com ossos finos e articulações sensíveis. Por isso, quedas, saltos de móveis ou brincadeiras bruscas podem causar fraturas. Tutores com crianças pequenas devem ensinar como manusear o pet com cuidado, evitando apertos ou puxões. Além disso, é importante evitar que o cachorro suba em sofás ou camas altos sem auxílio. >
A vocalização intensa é uma característica marcante em várias raças pequenas, como o pinscher e o terrier. Muitos desses cães foram criados como alertas, responsáveis por avisar os humanos sobre movimentos suspeitos. Essa herança genética ainda se manifesta no dia a dia, especialmente quando o animal está entediado ou quer chamar atenção. >
O porte reduzido faz com que cães pequenos percam calor corporal mais rapidamente. Raças de pelo curto, como o chihuahua, sofrem mais com o frio e podem precisar de roupas e cobertores para se aquecer. No calor, a exposição prolongada ao sol pode causar desidratação e insolação. O tutor deve observar sinais como tremores, respiração ofegante e apatia, que indicam desconforto térmico. >
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