Voltei, meus amados "HZers". Estavam com saudades de mim? Pois eu estava. Só que desta vez, meu retorno não é tão feliz assim, estamos oficialmente no nosso último episódio do Geração HZ. Meu Deus, esse fato está me adoecendo, não estou pronto para deixar minha 'seriezinha'.
Porém, vamos deixar essa tristeza de lado por enquanto, porque ainda temos mais uma viagem para fazer. Agora vamos para o ano de 2008, que também tem muita coisa boa, viu. E eu sei que citei a 'queen' no último episódio, mas não posso fazer nada se nos lançamentos de 2008, Beyoncé está aqui de novo (imagina não ter vivido o auge de ”Single Ladies”). Bora para a análise das edições de 4, 11 e 18 de janeiro.
Meus queridos, antes mesmo de revirar o baú, olha só esse detalhe: dos 5 episódios, eu não era nascido em 2, em 2004 foi minha estreia nesse mundo, e nos próximos tinha dois e quatro anos. E isso é doido porque eu já tenho algumas memórias vividas do ano que eu estou escrevendo. Loucura isso né.
E que tal começar a explorar o nosso "caderny 2" pela página que mais rendeu nessa saga? No audiovisual. E precisamos começar com a minha revolta das notas dadas a alguns filmes que eu amo. Nosso antigo repórter Gustavo Cheluje dava de 1 a 5 para os filmes que saiam, e eu entendo que é o trabalho dele, mas gente, Alvin e os Esquilos recebeu duas estrelas. Como?
Simplesmente um clássico que revolucionou a sétima arte (brincadeira). Mas juro, eu amo esse filme, ele fez parte da minha infância, então merece de 4 para cima. E como se não pudesse piorar, Bee Movie recebeu 3 estrelas. Não se faz isso com uma história genial em que uma abelha e uma humana são um casal. Vocês concordam comigo? Comentem isso com a gente.
E nessa lista de filmes icônicos tem mais: Mamma Mia, Homem de Ferro (iniciando nosso querido MCU), Batman: Cavaleiro das Trevas (vai ter nerdice sim!) e WALL E. Ai, queria saber o que estava no ar daquele ano para tanto hit sair, estamos precisando disso urgentemente em 2026 (sorry).
Agora, se tem uma coisa que eu aprendi fazendo essa série do Geração HZ (sempre soube, na verdade), é não duvidar do poder de Guarapari na hora de atrair show. Não tem como, é um município A-list do Espírito Santo. Nessa sequência já falei de Ivete Sangalo duas vezes (uma ainda logo após sair da Banda Eva) e Pitty, e em 2008 eles surraram qualquer competição.
Só no começo desse ano, eles trouxeram Lulu Santos, Roupa Nova, Marcelo D2 (que estava aqui pro Mov 2026), e só pra me provocar porque eu nunca pude ir em um show, Charlie Brown Jr.
Nossa, eu fiquei tão mal pensando que além de eu ser uma criança de 6 anos que nem conhecia eles ainda, foi um ano antes deles lançarem o álbum que se tornaria o meu "fav", “Camisa 10 Joga Bola Até Na Chuva”. Ai que álbum bom, e eu vou pesar o clima agora, ia ser o último álbum da banda completa. Agora vou até sair desse assunto, porque o fim da série já é triste o bastante.
E só por R$ 70 o camarote! (tudo bem que isso em 2008 devia valer mais do que hoje, mas ainda sim é uma comparação louca). Inclusive, ainda falando de ingressos, é incrível ver que naquela época, por mais que estivesse começando a popularização da internet, ainda era bem o início. E os ingressos da turnê do Lulu Santos eram vendidos em pontos fixos de Vitória ou por ligação. Ainda não tinha fãs digladiando em sites como o Ticketmaster falando que os ingressos acabaram muito rápido ou comemorando por ter conseguido antes de todo mundo.
Outro tópico que eu achei muito curioso de saber no "caderny" foi o horóscopo. Eu obviamente sabia que eles sempre foram muito lidos, mas segundo nossa queen Renata Rasseli eles eram alvos de barraco gente. Quando os leitores liam a mesma previsão que eles tinham lido dos seus signos, eles ligavam pra redação para reclamar. Vai tomando bebês.
Achei eles meio lendários. Acho que se eu fosse ler a mesma previsão para o melhor signo que existe, que é Virgem (imagina compartilhar o mesmo signo com Beyoncé, Zendaya, Michael Jackson e Fernanda Torres), eu também iria quebrar tudo. E pior que ainda fui ler a previsão para os virginianos, e falava que precisamos cuidar da saúde. Nós estávamos sofrendo um hate pesadíssimo do próprio horóscopo.
Continuando na onda de BBB, que começou no EP. da semana passada, temos que comentar a participação de um representante capixaba, ou quase. E eu falei na edição de 2006 que foi um mico não ter um capixaba, aí o BBB 8 veio só afrontar. Marcos Silva é o nome do participante, e por mais que ele não seja nascido no ES, ele vivia em Vitória na época do programa. Já está valendo, se considerar que o primeiro capixaba mesmo só ia aparecer no BBB 11.
E gente, esse episódio tem mais motivos para tristeza. É com grande pesar no meu coração que não temos mais comentários de Patrícia Kogut para analisar. Meu Deus, quando eu vi isso eu fui ao chão, gente. Isso é babado de decretar luto nacional de uma semana. Só por isso vou encerrar o Geração HZ (brincadeira).
Mas isso não significa que não temos mais o quadro de nota 10 e nota 0, temos sim, com outra diva. Bem que falam em Meninas Malvadas que, quando uma suprema sai, outra suprema nasce, e essa nova suprema é Joviana Venturini. Inclusive, pelas poucas edições que eu vi, ela era tão provoke society quanto a diva Patricia. Já deu nota 0 pra Xuxa, já deu nota 0 pro próprio BBB 8. Ou seja, para ser o responsável por esse quadro dentro do C2 tinha que ter queen behaviour (ou atitude de diva, bem vibe Ajulliacosta).
Nossa, e estavam comentando ainda do Jonathas Faro que estava no começo da carreira de ator. Que legal!. Muitos de vocês devem conhecer ele por uma das novelas mais maravilhosas de todos os tempos, “Cheias de Charme”, mas ele foi também o primeiro Fiyero da montagem de Wicked Brasil (falei pra vocês que sou muito fã de musicais, e Wicked sempre foi meu favorito, e isso bem antes dos filmes, viu!).
Bom gente, como tudo que é bom dura pouco, infelizmente chegamos ao fim da nossa análise, e dessa edição do Geração HZ. Quero dizer para vocês que estou muito feliz em ter feito essa série. Ela me mostrou muita coisa icônica do passado da cultura pop e do entretenimento dentro de A Gazeta. Também tenho que agradecer a Renata Rasseli por ter topado participar, porque com a visão dela (de quem está lá no front), ficou tudo ainda mais legal.
E esse episódio está sendo ainda mais especial porque eu fiz ele no dia do meu aniversário, deem parabéns pra mim depois, viu. E como minha fav Beyoncé disse uma vez em uma música “nothing really ends” (nada realmente acaba), então, até a próxima.
Veja Também