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Financiamentos em alta

Crédito imobiliário cresce 22,3% em 2024 e totaliza R$ 186,7 bilhões, aponta Abecip

O volume foi o segundo maior da história, de acordo com entidade; ao todo, foram financiados 568,2 mil imóveis em 2024, crescimento de 13,8% em relação a 2023
Agência Estado

Publicado em 

30 jan 2025 às 04:00

Publicado em 30 de Janeiro de 2025 às 04:00

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O mercado se manteve aquecido em 2024, refletindo demanda elevada da população por empréstimos para comprar a casa própria Crédito: Shutterstock
Os financiamentos imobiliários totalizaram R$ 186,7 bilhões em 2024, crescimento de 22,3% em relação a 2023. O volume foi o segundo maior da história, de acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Em termos de unidades, foram financiados 568,2 mil imóveis em 2024, crescimento de 13,8% em relação a 2023.
Os dados mostram que o mercado se manteve aquecido no último ano, refletindo uma demanda elevada da população por empréstimos para aquisição da casa própria. Nos últimos meses, porém, os bancos passaram a elevar os juros - o que deve afetar o setor neste ano.
Os números da Abecip consideram apenas os financiamentos com recursos originados nas cadernetas de poupança, o chamado Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), destinado a financiar moradias de médio e alto padrão.
O levantamento não engloba empréstimos cujos recursos tiveram origem no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), destinado aos financiamentos de habitações populares, dentro do Minha Casa Minha Vida (MCMV), até R$ 350 mil.
No mês de dezembro, os financiamentos SBPE somaram R$ 17,6 bilhões, resultado recorde para o mês. O montante também representa alta de 15,7% na comparação com dezembro do ano anterior e elevação de 18,1% ante novembro do mesmo ano.
Entre os bancos, a Caixa Econômica Federal se manteve como líder de mercado, respondendo por R$ 79,6 bilhões, ou 42,6% do volume total de financiamentos SBPE no ano passado.
Na sequência vieram Itaú Unibanco, com R$ 42,5 bilhões (22,9%); Bradesco, com R$ 38,1 bilhões (20,4%), Santander com R$ 10,8 bilhões (5,8%); e Banco do Brasil, com R$ 8,3 bilhões (4,5%).

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