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Conhecimento e capacitação

Tratamento de gramados esportivos é tema de seminário promovido pela FES

Evento que terminou nesta equinta-feira (15) contou com a presença da engenheira agrônoma Maristela Khun, referência do ramo na América do Sul

Publicado em 15 de Setembro de 2022 às 20:01

Breno Coelho

Publicado em 

15 set 2022 às 20:01
Segundo a federação, foram quase 50 participantes nos dois dias de evento
Segundo a federação, foram quase 50 participantes nos dois dias de evento Crédito: Henrique Montovanelli/FES
Falar em gramado no futebol brasileiro é sempre um assunto delicado. Uns entendem a real importância de cuidar do palco onde acontece o espetáculo, mas outros preferem zombar e diminuir o debate, afirmando que “quem é bom joga até debaixo de chuva”. A verdade é que o assunto tem sido tratado cada vez mais com a seriedade necessária no Brasil.
Por isso, a Federação de Futebol do Espírito Santo (FES) promoveu um seminário sobre gramados esportivos profissionais, que ocorreu no estádio Kleber Andrade, Cariacica, na quarta-feira (14) e na quinta-feira (15). Foram dois dias de palestras e aulas práticas para cerca de 50 funcionários responsáveis pela manutenção dos gramados de clubes filiados à Federação, ministradas pela engenheira agrônoma Maristela Khun, uma das maiores autoridades no assunto da América do Sul. Ela trabalha para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), para Conmebol e clubes brasileiros.
Evento contou com funcionários responsáveis pela manutenção de gramados dos clubes capixabas
Evento contou com funcionários responsáveis pela manutenção de gramados dos clubes capixabas Crédito: Henrique Montovanelli/FES
Em entrevista para A Gazeta, Maristela afirmou que uma das razões para a existência de gramados de baixa qualidade, se deve ao fato dos clubes não investirem adequadamente no assunto. “Geralmente os funcionários de jardinagem dos clubes não possuem a capacitação necessária para o trabalho, devido à falta de cursos preparatórios no Brasil”.
Para ela, o futebol brasileiro ainda está engatinhando neste quesito em relação a outros países. “Nós só vamos crescer nesse aspecto quando investirem na capacitação dos funcionários que cuidam dos gramados”.
Engenheira Agrônoma Maristela Khun em uma das palestras sobre gramado esportivo
Engenheira agrônoma Maristela Khun em uma das palestras sobre gramado esportivo Crédito: Henrique Montovanelli/FES
Maristela ainda listou o que julga necessário para um clube manter em dia suas obrigações com a manutenção da grama, a fim de manter um padrão alto de qualidade. “São necessário aproximadamente três funcionários bem capacitados, um plano de adubação bem feito e uma série de maquinários, que são utilizados para realizar esse processo”.
Recentemente, o gramado do Kleber Andrade recebeu uma reforma, que o transformou em híbrido, ou seja, parte natural, parte artificial. “A grama do Kleber Andrade utiliza a mesma tecnologia aplicada recentemente no Maracanã. Ela possui uma fibra, que tem a função de fazer com que o gramado aguente mais partidas durante o ano”, afirmou a engenheira.
Para ela, essa é mais uma das medidas que tem sido adotadas aqui, que vieram da Europa, mas frisou que nem tudo que vem do velho continente pode ser adequado para o Brasil.

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