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Estamos na contramão?

Histórico de campeões mundiais contraria ideia de Brasil ter técnico estrangeiro

CBF priorizou a busca por um treinador estrangeiro para substituir Tite, mas nas 22 Copas realizadas até aqui, nenhuma seleção foi campeã com técnico de outra nacionalidade

Publicado em 29 de Dezembro de 2022 às 11:47

Agência Estado

Publicado em 

29 dez 2022 às 11:47
Ancelotti, Mourinho e Abel Ferreira são nomes cotados para o comando da Seleção Brasileira
Ancelotti, Mourinho e Abel Ferreira são nomes especulados para o comando da Seleção Brasileira Crédito: Reprodução / Instagram
O bom desempenho da Seleção Brasileira no último ano de preparação para a Copa do Mundo elevou as expectativas para que o hexacampeonato fosse conquistado no Catar. Porém, o sonho foi interrompido após derrota nos pênaltis diante da Croácia. Com a eliminação, veio a despedida de Tite e tomaram vulto as especulações para descobrir quem será o novo técnico do Brasil.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) espera preencher a vaga de treinador no mês de janeiro. A prioridade seria a contratação de um treinador estrangeiro de primeiro escalão. Até aqui, foram ventilados os nomes de Carlo Ancelotti (Real Madrid), Pep Guardiola (Manchester City), Zinédine Zidane (sem clube) e José Mourinho (Roma).
As estatísticas, no entanto, vão de encontro à preferência por um técnico estrangeiro no comando da Seleção. Nas 22 Copas do Mundo disputadas até aqui, jamais uma seleção ergueu a taça sendo liderada por um treinador de outra nacionalidade.
O Brasil foi campeão cinco vezes, em todas sob o comando de brasileiros: Vicente Feola (1958), Aymoré Moreira (1962), Mário Zagallo (1970), Carlos Alberto Parreira (1994) e Luiz Felipe Scolari (2002). O mesmo ocorre com todas as outras sete seleções campeãs do mundo, como Alemanha, Itália, Argentina, Uruguai, França, Inglaterra e Espanha.
Tabus existem para serem quebrados. É óbvio que a Seleção Brasileira almeja o título logo em 2026 para não encarar a maior fila de sua história (28 anos). A escolha de um treinador estrangeiro pode ter consequências a longo prazo para o País voltar ao topo do mundo.
O presidente Ednaldo Rodrigues afirma que tomará a decisão pessoalmente, sem ceder a quaisquer pressões de outros setores da CBF, conselheiros ou líderes das demais entidades que organizam o futebol brasileiro.

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