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Vereadores de Vitória desistem de aumentar número de parlamentares

Proposta aumentaria de 15 para 21 o número de parlamentares da Casa

Publicado em 18 de Novembro de 2019 às 19:06

Redação de A Gazeta

Publicado em 

18 nov 2019 às 19:06
Sede da Câmara de Vereadores de Vitória: vereadores voltaram  Crédito: Arquivo/ A Gazeta
O presidente da Câmara  de Vitória, Cleber Felix (Progressistas), pediu, na tarde desta segunda-feira (18), o arquivamento da proposta que aumentaria de 15 para 21 o número de parlamentares da Casa. A proposta de emenda à Lei Orgânica do Município de Vitória foi apresentada pelo vereador Dalto Neves (PTB) e contava com outras nove assinaturas, incluindo a do próprio presidente da Câmara.
Dalto, Cleber e outros seis vereadores assinaram o pedido de arquivamento, protocolado às 17h20 desta segunda, indicando que recuaram do aumento na quantidade de parlamentares. Em sua justificativa ao apresentar o projeto, Dalto argumentava que a capital precisava de uma "maior representatividade" e que a medida beneficiaria os eleitores que poderiam "contar com mais apoio, ações e fiscalização dos parlamentares", de acordo com a proposta.
Esta não foi a primeira iniciativa dos parlamentares para aumentar o número de cadeiras na Casa. Em agosto, o movimento ganhou força nos bastidores, mas acabou não saindo do papel. 
A regra valeria para as eleições municipais de 2022. Em Vitória, cada vereador recebe por mês a quantia de R$ 8.966,26. Cada parlamentar tem ainda direito a contratar 15 assessores.
Em nota, a assessoria do presidente Cleber Felix afirmou que ele não liderava o processo de autoria da proposta. Disse ainda que foi feita uma reunião entre os vereadores e que foi decidido em conjunto pelo arquivamento.
A Gazeta não conseguiu localizar o vereador Dalto Neves para comentar o assunto. Os vereadores Max da Mata (PSDB),  Denninho Silva (PPS), Mazinho dos Anjos (PSD), Vinícius Simões (PPS) e Davi Esmael (PSB) se posicionaram publicamente contra a iniciativa de aumentar o número de parlamentares. 
Na proposta de emenda, constava as assinaturas dos vereadores Leonil (Cidadania) e Waguinho Ito (PPS). Os dois, no entanto, já tinham pedido a retirada das assinaturas antes mesmo do requerimento de arquivamento e disseram que são contra o aumento.

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