Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Movimentações atípicas

Coaf aponta pagamento de título de R$ 1 mi por Flávio Bolsonaro, diz TV

A informação foi revelada pelo Jornal Nacional neste sábado (19). O Coaf não identifica o favorecido pelo pagamento e não há outros detalhes, como data

Publicado em 20 de Janeiro de 2019 às 00:40

Publicado em 

20 jan 2019 às 00:40
Crédito: Tânia Rego | Agência Brasil
O Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), em seu relatório sobre movimentações atípicas na conta de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), identificou um pagamento de R$ 1.016.839 de um título bancário da Caixa Econômica Federal.
A informação foi revelada pelo Jornal Nacional neste sábado (19). O Coaf não identifica o favorecido pelo pagamento e não há outros detalhes, como data.
Após o Coaf identificar movimentações suspeitas na conta de Fabrício Queiroz, ex-assessor parlamentar de Flávio na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), o Ministério Público do Rio de Janeiro pediu um novo relatório ao órgão, dessa vez sobre o filho de Bolsonaro. 
O novo relatório aponta que Flávio, hoje deputado estadual e eleito senador, recebeu em sua conta bancária 48 depósitos em dinheiro entre junho e julho de 2017. Os 48 depósitos em espécie foram feitos no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Alerj sempre no valor de R$ 2.000.
Na quinta (17), o ministro Luiz Fux, que está de plantão no STF, concedeu liminar (decisão provisória) suspendendo a investigação do Ministério Público do Rio, até que Marco Aurélio volte do recesso e decida sobre a competência da corte. 
A defesa de Flávio Bolsonaro argumenta que o Supremo tem de analisar se cabe assumir o caso, pois ele foi eleito e diplomado senador, tendo direito a foro especial em algumas investigações criminais.
Além disso, sustentou que o Ministério Público produziu provas ilegalmente ao solicitar ao Coaf seus dados bancários depois de confirmada sua eleição e sem autorização judicial. A Promotoria, porém, pediu as informações sobre Flávio em 14 de dezembro e foi atendida no dia 17 --um dia antes de ele ter sido diplomado senador, o que pode enfraquecer essa alegação.  
Segundo especialistas ouvidos pela Folha, a reclamação de violação do sigilo bancário não encontra respaldo na lei e na jurisprudência brasileira.  A lei brasileira permite a comunicação entre o Ministério Público e o Coaf, e questionamentos similares ao de Flávio foram rejeitados pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) e pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
FLÁVIO BOLSONARO DIZ ESTAR INDIGNADO
Procurada, a defesa de Flávio Bolsonaro informou que irá se pronunciar em momento apropriado.
Flávio disse neste sábado que está tranquilo e indignado ao ser questionado pelo jornal O Globo em um voo entre Brasília e São Paulo 
Flávio afirmou que vai falar na hora certa e que vai rebater os pontos um a um. 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Solução para violência no trânsito é conhecida, mas quem tem coragem?
Tesouro Reserva tem investimento mínimo de R$ 1
O investimento que promete acabar com a poupança no Brasil
Alexis e Pagliarini e Alexandre Pedroni
Mercado publicitário prestigia lançamento do 39º Festival Colibri em Vitória

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados