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Reunião com presidente

Casagrande pede coordenação nacional no combate ao coronavírus

Ao pedir união entre governo federal, Estados, municípios e Congresso, governador do Estado disse que país não precisa de uma crise política ao mesmo tempo em que tem problemas sociais, na saúde e na economia

Publicado em 21 de Maio de 2020 às 14:37

Redação de A Gazeta

Publicado em 

21 mai 2020 às 14:37
Renato Casagrande participa de reunião sobre o socorro aos Estados com o presidente Jair Bolsonaro, outros governadores e os presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre
Renato Casagrande participa de reunião sobre o socorro aos Estados com o presidente Jair Bolsonaro, outros governadores Crédito: Helio Filho/Secom-ES
O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), pediu uma coordenação nacional no combate à crise do coronavírus em videoconferência com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e com governadores na manhã desta quinta-feira (21). Casagrande foi um dos interlocutores do encontro virtual que também contou com a participação dos presidentes da Câmara dos DeputadosRodrigo Maia (DEM), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM).
Pela proposta de Casagrande, tal coordenação central no combate à pandemia deveria contar com a participação de representantes do governo federal, da Câmara, do Senado, dos governos estaduais e municipais. “Já estamos vivendo três crises – econômica, social e de saúde. Não precisamos de uma crise política. Tenho sempre colocado a importância dessa coordenação central”, comentou.
Em entrevista ao ES1, da TV Gazeta, o governador disse que foi uma reunião proveitosa – a primeira em ambiente civilizado desde o início do governo. "Tivemos pela primeira vez uma reunião do presidente com todos os governadores, presidentes da Câmara, do Senado em um ambiente civilizado, sem nenhum debate que fosse o que estava proposto, que nesse caso era a ajuda aos Estados e municípios pedindo a sanção da lei por conta da queda de receita que estamos passando", disse Casagrande.
Logo após o encontro, em entrevista à GloboNews, Casagrande disse que o governo federal tem enviado sinais contraditórios no combate à pandemia. “Quando falo em uma coordenação central, é porque hoje não tem. O governo federal tem feito ações importantes com relação aos R$ 600 e para diminuir as filas nas agências da Caixa. Mas, ao mesmo tempo, dá sinais contraditórios, como a presença do presidente em atos e passeios em Brasília”, disse quando questionado sobre o assunto.
“Isso [as ações contraditórias] atrapalha quem está trabalhando nos Estados. Nós pregamos a disciplina, mas a maior liderança institucional do Brasil dá um sinal contrário e isso atrapalha o nosso trabalho”, acrescentou.
O governador insistiu na defesa do isolamento social. “A prioridade de todos nós é salvar vidas. O que salva vidas é o distanciamento social e as práticas de higiene. Abrir leitos salva muitas vidas, mas não salva todas”, ponderou. “Não está fácil enfrentar a pandemia. Uma parte das pessoas colabora, mas outra parte não. Se a gente conseguir coordenar uma ação central vai ajudar no nosso trabalho. É hora de abrir mão das disputas ideológicas mais momentâneas”, disse o governador.
Casagrande lembrou ainda que a sociedade deverá conviver por mais tempo com a questão do coronavírus.  "Não vamos acabar com essa crise em um mês. Ela vai continuar esse ano, ano que vem… Só vai terminar quando tiver um remédio cientificamente comprovado, ou uma vacina. Não temos nos Estados e municípios poder para passar por isso sozinhos”, concluiu.

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