Uma vendedora foi agredida com coronhada na cabeça durante um assalto a uma loja de presentes na Rodovia Serafim Derenzi, em São Pedro I, Vitória, na manhã desta terça-feira (13). A violência foi flagrada por uma câmera de segurança (veja acima).
As imagens mostram o homem chegando à loja. Inicialmente ele se passa por cliente, mas em seguida retira uma arma da mochila e tenta obrigar a vendedora a ir para os fundos do estabelecimento. Nervosa, ela começa a chorar.
O assaltante manda a vítima não gritar e em seguida dá a coronhada. Logo depois, ele agarra a mulher pelos cabelos e a leva para os fundos. Após a violência, suspeito fugiu com a bolsa e o celular da vendedora, além de alguns produtos da loja. A mulher, que estava com a testa cortada, foi socorrida pela Polícia Militar e levada para o Pronto Atendimento (PA) de São Pedro.
Em conversa com a TV Gazeta, um parente da vítima reforçou que ela precisará fazer uma sutura no ferimento, mas está bem. "Espero que a polícia puna quem tem que ser punido, porque não pode ficar desse jeito", destacou ele, que preferiu não se identificar.
Os militares chegaram a fazer buscas pelo local, mas o suspeito não foi localizado. Em nota, a Polícia Civil orientou que a vítima registre o ocorrido em uma delegacia ou on-line, pelo site delegaciaonline.sesp.es.gov.br.
Comerciantes da região conversaram com a reportagem de A Gazeta e disseram que esse mesmo criminoso tentou assaltar outra loja da área, no último dia 1º, e só não teve sucesso porque a proprietária correu. “Não aguentamos mais”, desabafou uma lojista, que preferiu não se identificar.
Questionada sobre a insegurança no bairro, a Polícia Militar respondeu que "mantém policiamento ostensivo e preventivo em São Pedro, com foco na proteção da população e na prevenção de crimes. As equipes realizam rondas e abordagens, além de ações de aproximação com os moradores e comerciantes da região".
"A PM reforça que a segurança pública se constrói com a participação da sociedade e destaca a importância das denúncias, que podem ser feitas de forma anônima pelo Disque-Denúncia (181)", finalizou a corporação.