A operação é coordenada pela Polícia Civil e conta com a participação da Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Núcleo de Operações e Transporte Aéreo da Secretaria da Casa Militar (Notaer), Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), Força Nacional e Guardas Municipais.
Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), o principal objetivo da Operação Caim é prender homicidas e combater o tráfico de drogas e crimes relacionados. Até as 6h40, três pessoas já tinham sido presas. O secretário de Estado da Segurança Pública, Alexandre Ramalho, contou que armas falsas foram apreendidas.
"(Ter armas falsas)... é uma tentativa de intimidar com a arrogância, tentando impor o medo na comunidade, e os rivais. É essa guerra que beira o infantil e que provoca mortes", comentou Ramalho.
A OPERAÇÃO
Onze fases já realizadas resultaram na detenção de 399 pessoas, sendo 113 homicidas, além da apreensão de 90 armas, 2.459 munições, 15 veículos, drogas e dinheiro.
O nome Operação Caim faz referência à história bíblica dos irmãos Caim e Abel e remonta ao primeiro homicídio sobre o qual a sociedade teve conhecimento.