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Investigação

Operação mira líder do PCC em bairro de Vitória e outras 12 pessoas

Ação teve como objetivo combater lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e até corrupção ativa de agentes públicos na Ilha do Príncipe

Publicado em 12 de Dezembro de 2024 às 10:20

Redação de A Gazeta

Publicado em 

12 dez 2024 às 10:20
Um dos "braços" do Primeiro Comando da Capital (PCC) em Vitória está na mira do Ministério Público do Espírito Santo (MPES). A Operação Pardal, que aconteceu nesta quinta-feira (12), buscava cumprir 13 mandados de prisão, um deles contra o líder da facção no bairro Ilha do Príncipe. Destes, nove foram cumpridos, entretanto, o órgão não divulgou se o chefe do grupo está entre os localizados.
A ação fez parte de uma investigação do núcleo do grupo criminoso, suspeito de lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e até corrupção ativa de agentes públicos na região. 
Além dos mandados de prisão, foram expedidos 24 mandados de busca e apreensão para alvos em Vitória, Cariacica, Vila Velha e Serra, sendo que, durante as diligências, foram apreendidos os seguintes materiais:
  • 01 Submetralhadora calibre 9mm com carregador sobressalente;
  • 01 revólver, marca Amadeo Rossi modelo S. LEOPOLDO R.G.S.22 calibre .22 numeração ilegível;
  • 01 revolver marca Amadeo Rossi Modelo São Leopoldo LR cal .22 Numeração A948799
  • R$ 106.987,00 em espécie;
  • 01 simulacro de pistola;
  • 2.100 unidades de cocaína;
  • 12 frascos de substância similar a loló;
  • Munições: 48 munições cal. 9MM, 05 munições cal .38, 01 munição cal 32, 07 munições cal .380, 08 munições cal .22.
  • 13 aparelhos celulares;
  • 2 tablets;
  • 2 Pen drives;
  • Vários cheques, cartas de presídio e documentos de interesse à investigação.
Também foi determinado o bloqueio de valores em 24 contas bancárias utilizadas pelo PCC, a fim de apurar a origem e o destino dos valores ilícitos movimentados pela organização criminosa.
A operação foi coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com o apoio dos policiais militares do Núcleo de Inteligência da Assessoria Militar do MPES. Segundo o órgão, as investigações estão sob segredo de justiça até que todas as medidas judiciais sejam efetivadas.

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