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Feminicídio

Mulher é assassinada a tiros em Marataízes e ex-marido é suspeito

Dara Caroliny Sousa Santos, de 27 anos, havia pedido nesta segunda-feira (08) o desligamento do programa de proteção à mulher, alegando não haver mais necessidade do serviço

Publicado em 10 de Maio de 2023 às 18:31

Beatriz Caliman

Publicado em 

10 mai 2023 às 18:31
Dara Caroliny Sousa Santos, de 27 anos, foi morta pelo ex
Dara Caroliny Sousa Santos, de 27 anos, foi assassinada a tiros e o ex-marido é o suspeito Crédito: Reprodução/ Redes sociais
Uma mulher de 27 anos foi assassinada a tiros no meio da rua, próximo a sua casa, no bairro Cidade Nova, em Marataízes, no Litoral Sul do Espírito Santo, nesta quarta-feira (10). Dara Caroliny Sousa Santos havia pedido nesta segunda-feira (08) o desligamento do programa de proteção à mulher, alegando não haver mais necessidade do serviço.
O crime, segundo a Polícia Militar, aconteceu por volta das 13h40. Dara Caroliny Sousa Santos foi baleada no rosto e chegou a ser socorrida por uma ambulância municipal para uma unidade de pronto atendimento em Marataízes. De acordo com testemunhas, o suspeito, ex-marido dela, teria fugido em uma bicicleta.
Mulher é assassinada a tiros pelo ex marido em Marataízes
Uma ambulância chegou a socorrer e levar a mulher baleada, porém a vítima não resistiu Crédito: Leitor| A Gazeta
De acordo com a Polícia Militar, o suspeito, Alcimar da Silva Sousa, foi preso logo após o crime e a arma usada para matar a ex, foi apreendida no Barra de Itapemirim, após um cerco policial montado na cidade, entre policiais militares e civis. A arma, segundo a PM, era um revólver, calibre 38, com numeração raspada e uma capsula deflagrada. “Ele estava na casa da mãe. Alegou terem se separado há 10 dias e a ex estaria com outro homem”, segundo o delegado de Itapemirim, Djalma Lemos.
Após depoimento, o suspeito foi autuado pelo crime de feminicídio e levado para o Centro de Detenção Provisória de Marataízes. “O autor é suspeito de tráfico de drogas no município e chegou a ser denunciado pela Lei Maria da Penha pela mãe da vítima, mas na segunda, Dara Caroliny disse que não eram mais necessárias as visitas tranquilizadoras”, contou o delegado.
O corpo da jovem foi encaminhado ao Serviço Médico Legal de Cachoeiro de Itapemirim. 

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