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Publicado em 23 de outubro de 2024 às 19:01
Um motorista foi detido pela Guarda Civil de Vitória ao ser flagrado transportando nove crianças em um carro de passeio, na tarde desta quarta-feira (23), em Tabuazeiro, na Capital. A abordagem foi realizada após uma denúncia.>
Segundo o coordenador do Grupamento Tático Operacional (GTO), Charles De Marchi, os agentes receberam a denúncia pelo 156, que é um canal próprio de comunicação entre a Guarda e a população, e a partir daí a Gerência de Inteligência passou a levantar informações e identificação sobre esse veículo que estaria realizando o transporte clandestino de estudantes. >
A partir desses levantamentos, uma equipe do GTO realizou a abordagem ao veículo em frente ao colégio e se deparou com as crianças. “Além do número acima do permitido de passageiros para um carro de passeio, nenhuma das crianças estava com os itens de segurança. O condutor improvisou o espaço, deitou o banco e colocou as crianças onde seria o porta-malas, totalmente irregular”, destacou o coordenador. >
Em contato com o condutor, ele alegou que é proprietário de um veículo de transporte escolar, porém, como o veículo precisou de manutenção, ele passou a improvisar para atender aos clientes. >
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O motorista foi notificado quatro vezes: transitar com o veículo com lotação excedente, transportar crianças sem observância das normas de segurança e transitar com o veículo efetuando transporte remunerado de pessoas quando não licenciado para esse fim. Ele foi levado para a Delegacia de Delitos de Trânsito.>
Somente em 2024, o GTO realizou 25 blitz somente com o foco em transportes clandestinos de estudantes na Capital. A Guarda de Vitória reforçou a necessidade dos pais e responsáveis manterem atenção na hora da contratação deste tipo de serviço. >
“Verifique se o veículo está em boas condições, sinalizado, se o condutor possui o curso específico do Detran e a licença para transporte de passageiros e que tenha uma pessoa maior de 18 anos para acompanhar. Caso contrário, denuncie ao 156 ou ao 190 em caso de flagrante”, destaca Charles De Marchi.>
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