ALUNOS FIZERAM BARRICADA COM CARTEIRAS
QUEM É O SUSPEITO?
O QUE DIZ A PREFEITURA DE VITÓRIA
Prefeitura de Vitória | Nota na íntegra
A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (Semsu) informa que tão logo acionada, a Guarda Civil Municipal de Vitória (GCMV) enviou equipes ao local para acompanhar a Polícia Militar, que deteve o aluno e está à frente da ocorrência. Balestra, coquetel molotov e facas foram apreendidos com o suspeito.
Agentes da GCMV permanecem patrulhando o local e realizando ponto base para garantir a segurança de servidores e estudantes.
Uma equipe técnica da Secretaria de Educação (Seme) está no local para apurar os fatos e dar todo suporte à comunidade escolar. Os estudantes, profissionais e colaboradores estão sendo acolhidos e já na segunda-feira será iniciado um trabalho de práticas restaurativas.
O estudante que teve o rosto arranhado foi acolhido e, após a detenção do suspeito, a família foi chamada à unidade de ensino. A mãe da criança foi acolhida e orientada a registrar Boletim Unificado.
O suspeito tentou invadir a escola pelo portão e teve acesso negado pelo porteiro. O cidadão tentou forçar o portão a abrir, mas teve as tentativas frustradas pelo profissional na portaria.
Depois disso, o mesmo escalou a grade externa da escola, que dá acesso a um corredor de serviços. Após esse corredor, ele conseguiu acessar as dependências da unidade de ensino.
Desse portão, que dá acesso ao pátio, ele foi visto por servidores, que correram para a sala dos professores e se fecharam lá, passando a avisar os demais profissionais da escola para trancarem suas salas de aula.
A Secretaria de Educação já fez uma vistoria técnica na unidade de ensino e, neste fim de semana, fará a instalação de uma concertina no portão do corredor de serviços.
Nota da Redação
A Gazeta não vai publicar detalhes sobre o ataque e sobre o autor seguindo recomendações de especialistas, em atenção ao chamado “efeito contágio”. Para os estudiosos, quando a mídia publica esse tipo de informação, aumenta a possibilidade de imitadores do ato, em busca de visibilidade e notoriedade. Este é geralmente um dos objetivos dos agressores, que passam a ser idolatrados por outros indivíduos propensos à promoção de novos massacres.