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Crime em Venda Nova

Ex de mulher morta no ES sofreu acidente na fuga e foi achado por drone

Segundo o delegado que comanda a investigação, Jhonatan ficou na mata por cerca de 30 horas; ele é o principal suspeito de assassinar Sara Merçon, segundo a polícia
Beatriz Caliman

Publicado em 

10 jul 2024 às 12:40

Publicado em 10 de Julho de 2024 às 12:40

Jhonatan Bautz Dordenoni capotou carro no mato
Foto maior: buscas no meio da mata | Foto menor: o suspeito de matar a ex Crédito: Polícia Civil
O caminhoneiro Jhonatan Bautz Dordenoni, de 25 anos, suspeito de matar Sara da Cruz Moulin Merçon, de 28 anos, em Venda Nova do Imigrante, Região Serrana do Espírito Santo, se escondeu por 30 horas em uma mata após cometer o crime. Segundo o delegado Alberto Roque Peres, titular da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) do município, ele foi preso depois de ser monitorado por um drone e interceptado quando passava de carro na BR 262.
Cerca de 30 policiais participaram das buscas. “Em fuga, Jhonatan pegou uma estrada de terra por zona rural pra fugir da BR. Durante o trajeto, se acidentou com esse veículo, capotou próximo de um riacho na região de Peçanha, limite de Venda Nova do Imigrante com Domingos Martins”, disse o delegado em entrevista à repórter Alice Sousa, da TV Gazeta Sul.
No meio da mata, o suspeito permaneceu escondido até o momento de ser preso — cerca de trinta horas. “Nós estávamos com as equipes no local, com drone e monitorando. Ele procurou os familiares dele, que estavam desesperados para que ele se entregasse”, contou o delegado.

Crime premeditado

Câmeras do prédio onde Sara foi morta flagraram o suspeito chegando às 6h. O delegado explica que ele aguardou a vítima deixar as crianças, gêmeos de quatro anos, na van escolar, por volta das 7h30. Somente depois, entrou no apartamento e pegou a vítima de surpresa no banheiro, quando ela estava se arrumando para ir trabalhar — ela era funcionária de um supermercado.
O casal teve um relacionamento de cerca de um ano e estavam separados havia um mês. “Todos os indícios indicam que foi premeditado. Inclusive ele esperar as crianças saírem, pelas quais ele até tinha carinho. Os crimes de feminicídio são muito graves. O homem que faz isso não é homem. É um monstro quem pratica esse tipo de crime”, disparou o delegado.
A Polícia Civil aguarda laudos periciais e deve concluir o inquérito em 30 dias.

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