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Pedido de indenização

Protesto de pescadores fecha linha de trem em Baixo Guandu

Manifestantes afirmam que muitas pessoas ainda não receberam a indenização pelos prejuízos causados pela lama de rejeitos de minério que atingiu o Rio Doce após o rompimento da barragem de Mariana, em Minas Gerais, em novembro de 2015

Publicado em 14 de Janeiro de 2019 às 14:43

Publicado em 

14 jan 2019 às 14:43
Pescadores fazem protesto e fecham estrada de ferro em Baixo Guandu Crédito: Secretaria de Comunicação de Baixo Guandu
Cerca de dois mil pescadores fecharam a Estrada de Ferro Vitória-Minas durante um protesto contra a Fundação Renova. Os manifestantes impedem a passagem de um trem de carga na manhã desta segunda-feira (14), em Baixo Guandu, região Noroeste do Estado. Os manifestantes são de Minas Gerais e de cidades do Espírito Santo cortadas pelo Rio Doce (Baixo Guandu, Colatina e Linhares), que foram impactadas pela lama de rejeitos de minério da Samarco.
O protesto começou por volta das 9 horas. Pescadores e vendedores de peixe que dependiam do rio para trabalhar afirmam que muitos profissionais ainda não receberam a indenização pelos prejuízos causados pela tragédia ambiental, que aconteceu em novembro de 2015. Uma barragem da mineradora rompeu em Mariana (MG) e a lama de rejeitos invadiu o Rio Doce.
O OUTRO LADO
A Fundação Renova, responsável por gerenciar os recursos para a recuperação das áreas atingidas e ressarcimento dos moradores e trabalhadores prejudicados, informou que desde 2015 já foram pagos R$ 1,3 bilhão em indenizações e auxílio financeiro emergencial a mais de 26 mil pessoas. Além disso, garantiu que quem tem direito vai continuar recebendo os benefícios.
Por meio de nota, a Vale disse que a repudia quaisquer manifestações que interfiram no direito de ir e vir, como a que está em andamento em Baixo Guandu. "A paralisação de ferrovia é crime e um risco à segurança de passageiros, empregados e terceiros. A ação está interferindo na circulação do trem de passageiros que saiu de Belo Horizonte em direção ao Espírito Santo. A empresa está tomando as medidas para garantir que todos os que estão embarcados cheguem aos seus destinos".
Além de cerca de 2 mil passageiros diários, a EFVM é responsável pelo transporte de minério de ferro, combustíveis, grãos, aço entre outros produtos.
Pescadores fazem protesto contra a Fundação Renova em Baixo Guandu

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