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Segurança

Moradores reclamam de redução de policiamento em Central Carapina

O comércio, a unidade de saúde e as escolas abriram normalmente. Mas escolta em ônibus termina e motoristas ainda têm medo de entrar no bairro

Publicado em 23 de Fevereiro de 2018 às 13:25

Publicado em 

23 fev 2018 às 13:25
A unidade de saúde do bairro também estava aberta desde cedo mas, mesmo assim, quem estava de consulta marcada não conseguiu atendimento, já que a médica estava de atestado Crédito: Bernardo Coutinho
Aos poucos, a vida dos moradores do bairro Central Carapina, na Serra, está voltando ao normal, mas o sentimento de medo ainda não abandonou os moradores. Nesta sexta-feira (23), quarto dia após o confronto entre policiais e bandidos, o comércio e o posto de saúde reabriram e as escolas funcionaram, porém com número de alunos reduzido. Moradores reclamam que o policiamento diminuiu e, com isso, a circulação de ônibus foi afetada por medo dos motoristas de entrarem no bairro.
A Escola Municipal Antônio Vieira de Rezende abriu normalmente as 7h. A Escola Estadual Jones José do Nascimento também funcionou, apesar do número reduzido de estudantes que foram à aula hoje. A mesma situação foi registrada na Creche Municipal Central Carapina. A diretora interina disse que precisa da segurança da prefeitura para trabalhar.
A unidade de saúde do bairro também estava aberta desde cedo mas, mesmo assim, quem estava de consulta marcada não conseguiu atendimento, já que a médica estava de atestado.
O comércio na Avenida Brasil, a principal do bairro, está aberto, mas a quantidade de policiais a pé nas ruas diminuiu segundo os moradores. O que se percebe agora são rondas de viaturas.
Os ônibus que circulam o bairro não têm mais escolta da polícia nesta sexta-feira (23), segundo flagrou a reportagem da TV Gazeta no local. Até esta quinta (22), policiais militares acompanhavam as linhas por todo bairro, mas agora muitos motoristas se recusaram a fazer o trajeto sem proteção por medo.
POLÍCIA MILITAR
À TV Gazeta, a Polícia Militar informou que, normalmente, o policiamento é feito com uma viatura específica para o bairro. E havendo a necessidade recebe reforço da Força Tática. O reforço deve permanecer por tempo indeterminado, para garantir a tranquilidade da comunidade. Ou seja, não tem data para terminar.
Moradores reclamam de redução de policiamento em Central Carapina

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