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Coronavírus

Ceasa adota barreira sanitária para impedir transmissão da Covid-19

Ação tem como objetivo garantir e preservar que o funcionamento do serviço essencial de comercialização de alimentos

Publicado em 15 de Abril de 2020 às 13:28

Redação de A Gazeta

Publicado em 

15 abr 2020 às 13:28
Equipe fará a abordagem de veículos de passageiros e de cargas e restringirá o acesso ao entreposto da Ceasa
Equipe fará a abordagem de veículos de passageiros e de cargas e restringirá o acesso ao entreposto da Ceasa Crédito: Divulgação/Ceasa
Para prevenir a proliferação da Covid-19, as Centrais de Abastecimento do Espírito Santo (Ceasa-ES), em Cariacica, passaram a adotar um novo procedimento. A partir desta quarta-feira (15), uma barreira sanitária vai controlar o fluxo nas portarias da unidade. O objetivo é garantir e preservar a segurança do funcionamento do serviço essencial de comercialização de alimentos. A ação será coordenada pelo Centro de Comando e Controle de prevenção ao Covid-19 em parceria com Prefeitura de Cariacica e oito órgãos estaduais.
Todos os veículos de passageiros e de cargas serão abordados por uma equipe de segurança. Para ter acesso ao entreposto, lojistas, freteiros, ambulantes, produtores rurais, compradores, diaristas e microempreendedores individuais serão cadastrados. 
O público caracterizado como de interesse na comercialização de hortifrutigranjeiro realizado na unidade terá que responder a um questionário. Além disso, será feita a medição de temperatura. Quem tiver com sintoma de febre será orientado a procurar uma unidade de saúde.
Ceasa adota barreira sanitária para impedir transmissão da Covid-19
“A barreira é fundamental para garantir que apenas pessoas essenciais ao funcionamento do mercado acessem a Ceasa com segurança, diminuindo o risco de contágio. Além disso, será um reforço nas medidas de orientação a proteção que a unidade vem adotando desde o início da pandemia”, enfatizou o diretor-presidente da Ceasa, Fernando Rocha.
“A Ceasa presta um serviço essencial de abastecimento de alimentos para todo o Espírito Santo. Por isso, é importante que esse serviço continue funcionando para o bem da alimentação de toda a população do Estado. Porém, é necessário ter limitações no acesso de pessoas. A ação é fundamental para que a partir da próxima semana o acesso ao local seja restrito para aquelas pessoas cadastradas", comentou Rocha.
Representante do Corpo de Bombeiros, o tenente-coronel Carlos Wagner Borges, explicou que a escolha da Ceasa para implementação da barreira sanitária foi motivada pelo grande fluxo de pessoas que circulam diariamente na unidade. A medida segue até o dia 30 de abril.
“Mais uma barreira sanitária instalada no Espírito Santo com o objetivo de proteger e cuidar da sociedade. Na Ceasa, temos vários trabalhadores rurais que vêm de várias partes do Estado a partir de 3h da manhã. As pessoas abordadas são conscientizadas na necessidade de fazer a prevenção na vida dela, da família e das pessoas no qual ela se encontra.  Para quem tiver sintoma da doença,  não poderá entrar no mercado e iremos acionar a Secretaria de Saúde que poderá até vir buscar essa pessoa", disse.
O diretor-presidente do Idaf, Mário Louzada, informou que equipes do Instituto estarão atuando a exemplo de como tem sido feito nas barreiras localizadas nas divisas do Estado. “O Idaf tem estado presente, desde o início, prestando apoio nas ações de combate ao novo Coronavírus nas atividades que lhe competem. É um momento de integração, de somarmos esforços”, disse Louzada.

AS MEDIDAS DA CEASA

  • Intensificação da limpeza e higienização do entreposto;
  • Sabão líquido, água e papel em todos os banheiros e nas nove pias instaladas;
  • Cancelamento de visitas monitoradas;
  • Empresas prestadoras de serviço terceirizadas devem cumprir as orientações de higienização e a fornecerem equipamentos de proteção individual aos funcionários;
  • Servidores que atuam no Mercado trabalham com todas as medidas necessárias de proteção individual como: uso de máscara, luvas e higienização com álcool;
  • Cadastro de lojistas, freteiros, ambulantes, produtores rurais, compradores, diaristas e microempreendedores individuais, para a restringir entrada à Ceasa apenas para estes grupos.

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