Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Capixaba
  • GV
  • Caso Milena Gottardi: Justiça proíbe venda de sítio em Fundão
Caso Milena Gottardi

Caso Milena Gottardi: Justiça proíbe venda de sítio em Fundão

A decisão foi tomada após a família de Milena Gottardi entrar com uma ação para garantir o pagamento de futura indenização ou reparação aos familiares da vítima pelos danos causados pelo crime

Publicado em 08 de Fevereiro de 2019 às 16:03

Raquel Lopes

Publicado em 

08 fev 2019 às 16:03
O ex-sogro da médica, Esperidião Carlos Frasson Crédito: Polícia Civil
O juiz da 1ª Vara Criminal de Vitória Marcos Pereira Sanches determinou o bloqueio do sítio de Esperidião Frasson no distrito de Timbuí, no município de
. Dessa forma, o imóvel não poderá ser vendido ou mesmo doado até o fim do julgamento dos envolvidos no assassinato da médica
, ocorrido em outubro de 2017.
Esperidião Frasson e o filho, Hilário Frasson, estão presos e são denunciados por mandar matar a médica. Ela foi baleada na cabeça, quando saía de um plantão no Hospital das Clínicas, em Vitória. 
Na decisão judicial, ainda é determinada a realização de uma avaliação do imóvel por um perito. “Determino a arresto/inalienabilidade do imóvel pelo tempo necessário à tramitação da postulação. Expeça-se o necessário”, diz na decisão, que estava correndo sob sigilo.
A decisão foi tomada após a família de Milena Gottardi entrar com uma ação na Justiça com o objetivo de garantir o pagamento de futura indenização ou reparação aos familiares da vítima pelos danos causados pelo crime.
"A adoção dessa medida não viola, de nenhuma maneira, o princípio de presunção de inocência, visto que não há transferência de propriedade de bens à vítima, mas tão somente sua constrição para garantir possível futura indenização”, disse o"
Advogado de defesa da família da médica, Renan Sales - Cargo do Autor
Uns dos argumentos usados pela defesa é que a família de Esperidião pode abrir mão do patrimônio durante a ação penal. O imóvel está em nome do réu desde 1982, sendo registrado no cartório de imóveis de Ibiraçu.
Ele acrescenta que esse pedido pode ser feito desde que haja certeza da infração e indícios suficientes de autoria. E que esses indícios são evidentes porque o juiz reconheceu que há indícios de autoria do crime ao aceitar a denúncia.
O CRIME
No dia 14 de setembro de 2017, a médica foi assassinada com um tiro na cabeça, no estacionamento do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), em Vitória. Ela tinha acabado de sair do trabalho e estava acompanhada de uma amiga quando foi surpreendida por um homem que simulou um assalto. A morte foi declarada no dia seguinte.
O policial civil Hilário Frasson e o pai dele, Esperidião Frasson, foram denunciados como mandantes do crime. Eles teriam contratado dois intermediários, Hermenegildo Palaoro Filho e Valcir da Silva Dias, para ajudar no crime e contratar um atirador. Dionathas Alves é apontado como a pessoa que realizou o disparo. Ele, por sua vez, solicitou ao cunhado Bruno Broetto uma moto, que foi usada no crime.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Por que jovens chineses são tão fascinados com Mao Tsé Tung, cuja morte completa 50 anos?
Imagem BBC Brasil
Fachin decide ser relator de caso Moraes-Vorcaro, e retira também de Mendonça processos ligados ao Master e ao escândalo do INSS
Imagem de destaque
Fachin dá 24 horas para PF informar sobre custódia e estado de celular de Vorcaro

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados