Publicado em 8 de março de 2020 às 21:32
Seguro de vida e previdência privada podem ser uma boa alternativa para quem quer evitar dor de cabeça para famílias após um dos provedores faltar é adoção de seguros. Os dois benefícios não entram no inventário e garante recursos enquanto outras questões são resolvidas. >
No caso dos seguros de vida, a pessoa que contratar estabelece quem serão os beneficiados. A corretora de seguros faz o pagamento após a morte do titular. O dinheiro pode ser usado, por exemplo, para os filhos se manterem na escola e mesmo pagarem a faculdade. >
As coberturas são contratadas de acordo com a necessidade do cliente e o preço é calculado com base na idade, sexo, profissão, estilo de vida, condições de saúde, entre outros fatores. >
O beneficiário vai receber o pagamento no caso de morte natural ou acidental. É bom lembrar que o preço e as taxas cobradas vão variar de acordo com as coberturas selecionadas. Algumas seguradoras fazem restrições a pessoas a partir dos 60 anos. >
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Outra opção é o seguro de vida resgatável que oferece a possibilidade de receber parte do valor pago, conforme o prazo estabelecido, que pode variar de 5 a 30 anos, de acordo com a apólice. Neste caso, a mensalidade do seguro, pode ser maior em comparação ao seguro tradicional. >
A previdência privada também é uma alternativa para quem quer dar uma garantia a mais para seus familiares. Basicamente, qualquer pessoa pode ser indicada como beneficiário e não precisa ser familiar ou herdeiro. >
Na hora de contratar um plano, o titular deve fazer uma séries de escolhas: se quer um PGBL ou VGBL, tabela progressiva ou regressiva de imposto de renda, o valor da contribuição, o prazo de investimento, a idade da aposentadoria, o nome dos beneficiários e o percentual a que cada um terá direito. >
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