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Lavagem de dinheiro

Preso, líder da Telexfree, Carlos Costa, sai de prédio em carro da PF

Agentes da Polícia Federal passaram mais de quatro horas dentro do prédio, bem de frente à Praia de Itapoã cumprindo mandados de busca e apreensão, além de mandado de prisão

Publicado em 17 de Dezembro de 2019 às 12:37

Redação de A Gazeta

Publicado em 

17 dez 2019 às 12:37
Carlos Costa (no banco traseiro da viatura) foi preso no prédio onde mora, na Praia da Costa Crédito: Luciney Araújo/TV Gazeta
Preso nesta terça-feira (17), Carlos Costa, líder da Telexfree, deixou o condomínio onde mora dentro de um carro da Polícia Federal. Com o semblante aparentemente tranquilo, o empresário saiu do prédio rindo no banco de trás da viatura, por volta das 10h30.
Agentes da Polícia Federal passaram mais de quatro horas dentro do prédio,  localizado bem frente à praia de Itapoã, em Vila Velha. Além de prenderem Carlos, os policiais também cumpriram um mandado de busca e apreensão.
A viatura passou quase a manhã toda estacionada em frente ao prédio. Às 10h20, um policial federal deixou o edifício com documentos e aparelhos eletrônicos. O agente pegou o carro e entrou com a viatura dentro do edifício.
Carlos Costa (de blusa branca) foi preso no prédio onde mora, na Praia da Costa Crédito: Luciney Araújo/TV Gazeta
Poucos minutos depois, a viatura saiu do prédio com quatro policiais federais - Carlos estava no banco traseiro entre dois agentes da PF. Além dele, também foi preso o outro líder da Telexfree, Carlos Wanzeler. Os dois alvos de mandados de prisão preventiva - sem prazo para terminar - foram levados para o Departamento Médico Legal.

A OPERAÇÃO 

Eles foram presos no âmbito da Operação Alnilan, que investiga suposta ocultação de valores envolvidos com as atividades da Telexfree no Brasil. Além das duas prisões, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão. Ao todo, 15 policiais federais participaram da operação.
As investigações, que tiveram apoio do Ministério Público Federal no Espírito Santo, indicaram que valores recebidos pela Telexfree teriam sido ocultados para não serem alcançados pela Justiça. Em 2014 a Polícia Federal já havia deflagrado a operação Orion, que bloqueou bens da empresa. Existe a suspeita de que imóveis teriam sido adquiridos em nome de laranjas com recursos diretamente ligados à atividade da Telexfree, bem como a posterior locação desses imóveis, gerando renda para os investigados.

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