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Turbulência mundial

Cenário econômico preocupa, mas empresas do ES querem manter investimentos

Apesar do baixo crescimento do Brasil, o coronavírus e agora a queda no preço do petróleo estarem afetando a economia mundial, setor produtivo não quer travar projetos previstos para este ano

Publicado em 09 de Março de 2020 às 09:48

Redação de A Gazeta

Publicado em 

09 mar 2020 às 09:48
Fabio Brasileiro, presidente do ES em Ação Crédito: Edson Chagas
O cenário da economia mundial teve uma reviravolta desde o início do ano. Se em janeiro, o setor produtivo acreditava numa recuperação da economia brasileira, vários fatores recentes começam a preocupar. Primeiro veio o coronavírus, depois os baixos resultados do país em 2019 e agora uma batalha por preços na área do petróleo. Essas situações não apenas frustram os empreendedores como também preocupam.
Representantes do setor produtivo do Espírito Santo acreditam que o Produto Interno Bruto (PIB) de 1,1%, conforme anunciado esta semana, e os problemas na economia global, como o coronavírus e a queda no preço do petróleo, não deverão, a princípio, travar investimentos privados no país.
Para o diretor-presidente do ES em Ação, Fabio Brasileiro, o número de 1,1% não é o que se espera de um país que busca crescer. No entanto, a análise dos números do setor privado é mais animadora.
“O crescimento do setor privado foi de 2,7%. O que caiu foi o PIB do setor público – e é isso que a gente espera”, afirma Brasileiro. Resultados divulgados pelo IBGE na última semana mostram que o consumo do governo está caindo e isso tem impedido o PIB de crescer, no entanto, as empresas aumentaram seus investimentos.
"Os investimentos no setor produtivo estão crescendo substancialmente, enquanto o Estado coloca o pé no freio. Vejo isso de forma bastante positiva"
Fabio Brasileiro - Diretor-presidente do ES em Ação
Já o presidente do Sindicato dos Operadores Portuários do Espírito Santo (Sindiopes), Roberto Garófalo, avalia que, num primeiro momento, os investimentos privados não devem ficar travados – situação que pode mudar caso o nível de crescimento se mantenha.
“No ano passado foi criada uma expectativa e teve um movimento maior. Mas no fim do ano passado e começo deste ano a gente já viu cair um pouco. Se continuar assim, ninguém vai querer investir sem perspectiva de crescimento, aí sim alguns investimentos podem ser segurados”, avaliou.

QUESTÕES ESTADUAIS

Para o consultor Durval Vieira de Freitas, da DVF Consultoria, o número do PIB já estava sendo esperado – sobretudo no Espírito Santo, onde houve queda de produção industrial em 2019.
“Nós tivemos uma queda de 15% na produção de petróleo do Estado. Depois também houve queda na Arcelor e paralisação na pelotização da Vale. A produção de celulose também foi reduzida, então isso impacta no Espírito Santo e impacta no Brasil”, argumenta.
“A expectativa é que tenhamos melhorias esse ano. Alguns setores avançaram como café e granito e agora esperamos por mais investimentos em diversas áreas”, conclui.

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