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Pandemia

Coronavírus no ES: 263 mil pessoas deixaram de procurar emprego

Além disso, 79% dos que se afastaram do trabalho, em maio, relataram que estava em quarentena, isolamento, distanciamento social ou férias coletivas por causa da Covid-19

Publicado em 24 de Junho de 2020 às 20:53

Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 jun 2020 às 20:53
Carteira profissional do Mistério do Trabalho e Previdência Social
Carteira profissional do Mistério do Trabalho e Previdência Social Crédito: Carlos Alberto Silva
Em todo o Espírito Santo, 263 mil pessoas deixaram de procurar emprego por causa da pandemia do novo coronavírus. Além disso, 79% das pessoas que se afastaram do trabalho, durante o mês maio, relataram que estava em quarentena, isolamento, distanciamento social ou férias coletivas por causa da Covid-19.
As informações são da primeira divulgação mensal e dos microdados da Pnad Covid-19, realizada pelo IBGE, feita nesta quarta-feira (24). O levantamento é uma versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad-Contínua), realizada com apoio do Ministério da Saúde, para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal.
No mês de maio, 1,3 milhão de pessoas estavam fora da força de trabalho no Espírito Santo. Desse total, 33,8% não procuraram trabalho, mas disseram que gostariam de trabalhar; e 20,5% disseram que não procuraram devido, principalmente, à pandemia ou por faltar trabalho na localidade em que residiam, mas também afirmaram que gostariam de trabalhar.
De acordo com o IBGE, ao somarmos a população fora da força de trabalho que gostaria de trabalhar, mas que não procurou trabalho, com a população desocupada, chega-se a um total de 624 mil pessoas em busca de alguma ocupação ou que pessoas que estariam em busca se tivessem procurado trabalho.
"Quando o motivo de não ter procurado trabalho estava relacionado à pandemia ou à falta de trabalho na localidade, o total de pessoas foi de 452 mil pessoas, quando somados aos desocupados", disse o IBGE, em nota.
Já com relação às que trabalham, porém precisaram se afastar do emprego, 79% disseram que estavam em quarentena, isolamento, distanciamento social ou férias coletivas. Já 5,5% estavam afastdos com licença remunerada por motivo de saúde ou acidente e 4,9% apontaram estar de férias, folga ou jornada de trabalho variável.

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