Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Redução de jornada

Benefício a trabalhador com corte de salário pode ficar maior

Deputados avaliam aumentar teto usado pelo governo para calcular o auxílio de R$ 1.813 para R$ 3.135. Medida vai elevar em R$ 20 bilhões gastos com o auxílio
Redação de A Gazeta

Publicado em 

05 mai 2020 às 10:14

Publicado em 05 de Maio de 2020 às 10:14

Carteira de Trabalho e Previdência Social do Ministério do Trabalho
Carteira de Trabalho e Previdência Social do Ministério do Trabalho Crédito: Carlos Alberto Silva
Com mais de 5,5 milhões de acordos fechados entre trabalhadores e empregados para redução de jornada ou mesmo com a suspensão do contrato, o programa Benefício Emergencial (BEm) pode ter o teto elevado de R$ 1.813 para R$ 3.135. A proposta é atender aos trabalhadores que ganham salários maiores e que terão uma redução mais significativa em sua renda. Segundo o jornal o Globo, a elevação do valor de indenização é uma das propostas do relator da MP 936 na Câmara.
O relator da matéria, o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) é quem vai propor esse ajuste que terá impacto de R$ 20 bilhões. O projeto deve ser votado até quinta-feira (7).
A MP prevê que o valor a ser usado como base para o cálculo do auxílio ao trabalhador deve ser no máximo o teto do seguro-desemprego, que é R$ 1.813.
Para os trabalhadores que tiverem redução do contrato de trabalho o novo salário será calculado com base na nova carga horária e um percentual ao qual ele tem direito no seguro-desemprego. A parte a ser paga pelo empregador varia de acordo com a nova carga horária do trabalhador. Já os valores a serem pagos pelo governo federal variam de acordo com salário do empregado.

COMO É CALCULADO O BENEFÍCIO PELA MP

As regras são um pouco diferentes para os trabalhadores com o contrato de trabalho suspenso. Neste caso, os trabalhadores de empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano vão receber do governo federal 100% do valor que têm direito no seguro desemprego – sem nenhuma compensação da empresa.
Já quem trabalha em empresas que faturam mais de R$ 4,8 milhões por ano vão receber 70% do valor que têm direito no seguro desemprego mais 30% do salário que já recebia. Esses 30% serão pagos pela empresa. A suspensão dos contratos de trabalho tem validade por dois meses.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
O cessar-fogo que pode encerrar conflito que já dura 13 meses entre Israel e Líbano, segundo Trump
Cidade de Marilândia, no Noroeste do ES
Mulher é agredida e tem moto roubada pelo ex-companheiro em Marilândia
Essa é a 9º edição do Festival de Cinema de Santa Teresa
Reta final: últimos dias de inscrições para o Festival de Cinema de Santa Teresa

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados