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Fiscalização

PRF vai voltar a usar radar móvel no trecho da BR 262 no ES

A medida faz parte de um plano de ação que visa reduzir o número de acidentes na via e, consequentemente, o número de mortes

Publicado em 02 de Julho de 2024 às 18:14

Nayra Loureiro

Publicado em 

02 jul 2024 às 18:14
Os radares portáteis são utilizados em pontos estratégicos conforme a necessidade de fiscalização
Os radares portáteis são utilizados em pontos estratégicos conforme a necessidade de fiscalização Crédito: Reprodução/PRF
Polícia Rodoviária Federal retomará o uso dos radares portáteis, também chamados de móveis, durante a fiscalização da BR 262. O equipamento deixou de ser utilizado nesse trecho há décadas. A informação foi confirmada pelo Inspetor Marcel Haase, chefe da Delegacia da PRF em Viana, em entrevista à rádio CBN na manhã desta terça-feira (2).
Os radares portáteis, ao contrário dos fixos, são flexíveis e podem ser utilizados em diferentes lugares conforme a necessidade de fiscalização. “Para se ter ideia, há mais de 20 anos que não existia a aplicação de radar portátil na BR 262, aquele que o policial segura o equipamento e aplica o radar. Eles são utilizados nos locais onde efetivamente são registradas as ocorrências, porque o excesso de velocidade é uma das principais causas dos acidentes”, explicou o inspetor. 
A lista com os locais onde são utilizados os radares portáteis são divulgados no site da PRF. A medida faz parte de um plano de ação que visa reduzir o número de acidentes na via e, consequentemente, o número de mortes. Os óbitos por colisões na BR 262 cresceram 177% em maio, saltando de 9 ocorrências no mesmo mês em 2023 para 25 neste ano, conforme levantamento da Polícia Rodoviária Federal.
Além disso, durante avaliação dos dados, a PRF constatou que 90% das ocorrências foram motivadas por falha humana. Ultrapassagem em local proibido e excesso de velocidade são as principais infrações. 
“Diante desses índices, a PRF intensificou as fiscalizações nos locais mais críticos. Estamos aumentando o efetivo, direcionando as blitze e aplicando o radar portátil em locais estratégicos”, explicou o inspetor.

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