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Só 2 aninhos

Menino que teve 60% do corpo queimado esbanja alegria após receber alta

Henrique Guimarães, de 2 anos, ficou 100 dias internado após o acidente doméstico ocorrido em abril deste ano. Para a mãe, a recuperação dele é um milagre

Publicado em 24 de Julho de 2024 às 18:34

Nayra Loureiro

Publicado em 

24 jul 2024 às 18:34
Superação e recomeço. Duas palavras que resumem a história do menino Henrique Guimarães, de 2 anos. Em abril deste ano, ele sofreu um acidente doméstico com água fervendo, teve 60% do corpo queimado e precisou ficar 100 dias internado. Após a longa jornada no hospital, ele voltou para casa e o que não falta é energia para gastar, além de disposição para colocar as brincadeiras em dia.
O acidente aconteceu na casa dele, na zona rural do município de Linhares, no Norte do Espírito. A cena após o ocorrido é algo que a irmã de Henrique, Evillyn Guimarães Rocha, de 9 anos, não consegue esquecer. “Lembro que a tampa caiu em cima dele e ele começou a gritar. Quando fui ver, o fogão estava sobre ele e as coisas todas jogadas no chão”, contou.
A mãe de Henrique acredita que a recuperação do filho é um milagre
Amanda Guimarães acredita que a recuperação do filho é um milagre Crédito: Heber Thomaz
Para a mãe de Henrique, Amanda Guimarães, a recuperação dele é um milagre. Em entrevista ao repórter André Afonso, da TV Gazeta, ela contou que os médicos acreditavam que a criança não sobreviveria. “Eles falaram que estavam fazendo de tudo, mas ele [o filho] tomou muita droga, antibiótico forte, muita anestesia. Foi um caso que Deus colocou a mão”, disse.
Henrique já voltou a brincar com a irmã no quintal de casa
Henrique já voltou a brincar com a irmã no quintal de casa Crédito: Heber Thomaz
Devido a empolgação do pequeno na volta para a casa, a família precisa redobrar os cuidados com ele. Por ainda estar em processo de recuperação, Henrique ainda precisará retornar semanalmente para o município de Vitória para trocar os curativos.
“A recomendação é manter os cuidados. Evitar contato com poeira, o que é difícil por que moramos no interior. Mas a gente tem todo cuidado, pois todo cuidado ainda é pouco”, finalizou a Amanda.
*Com informações do repórter André Afonso da TV Gazeta.

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