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Mães em frente ao Palácio Anchieta: a luta para cuidar dos filhos com deficiência

Após passarem noites e dias em frente à sede administrativa do governo estadual, o coletivo de mulheres conseguiu espaço na agenda do governador para discutir a saúde e educação das crianças com deficiência

Publicado em 19 de Fevereiro de 2022 às 11:30

Fernando Madeira

Publicado em 

19 fev 2022 às 11:30
Elas passaram cinco dias e noites acampadas em frente ao Palácio Anchieta, aguardando uma oportunidade para falar com o governador Renato Casagrande. Finalmente, nesta sexta-feira (18), o coletivo Mães Eficientes Somos Nós conquistou um espaço na agenda para relatar as dificuldades que enfrentam na área de educação e saúde para cuidar de seus filhos.
O coletivo é formado somente por mulheres, todas são mães de crianças que possuem algum tipo de deficiência. A luta delas é para garantir que as crianças tenham acesso à escola e direito a tratamento médico adequado, principalmente de especialistas em áreas variadas.
"As demais crianças já retornaram às aulas, mas nossos filhos permanecem em casa, aguardando os cuidadores serem contratados para as escolas. Na saúde há falta de atendimento, principalmente nas especialidades médicas, sem contar o sucateamento dos hospitais infantis"
Lúcia Mara dos Santos Martins - Coordenadora do coletivo "Mães Eficientes Somos Nós"
A luta destas mulheres, principalmente à noite, com seus filhos, foi registrada em imagens do fotógrafo Fernando Madeira, no vídeo no início desta reportagem.
Às 17 horas da sexta-feira (18), elas conseguiram se reunir com o governador e os secretários de Saúde, Nésio Fernandes, e de Educação, Vitor De Angeli. “Foi combinada a criação de grupos de trabalho, nas duas áreas, para discutir a solução das dificuldades apresentadas pelas mães. Uma nova reunião com os gestores do governo acontecerá no dia 15 de abril."
“Nosso principal objetivo era tornar visível para o governo a pauta das nossas crianças, as dificuldades que enfrentamos para deles cuidar e educar. E isso nós conseguimos”, conta Lúcia.

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