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"A gente tem que agir"

Janaína: a auxiliar de serviços gerais que ajuda a alimentar dezenas de famílias no ES

Há quatro anos, ela recolhe frutas, verduras e hortaliças da Ceasa e distribui aos moradores de um conjunto habitacional em Cachoeiro

Publicado em 10 de Fevereiro de 2022 às 06:30

Beatriz Caliman

Publicado em 

10 fev 2022 às 06:30
Há quatro anos, a auxiliar de serviços gerais Janaína Machado dedica algumas horas do tempo de folga para ajudar quem precisa. Com uma amiga, ela começou a arredar alimentos para doar aos moradores de onde mora: o conjunto habitacional Otílio Roncetti, em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo. Frutas e verduras em bom estado, mas que seriam descartadas pelos produtores, alimentam dezenas de famílias.
Pelo menos duas vezes na semana, a Janaína vai até a Central de Abastecimento do Espírito Santo (Ceasa) em Cachoeiro para recolher caixas com frutas, legumes e hortaliças. Ela conta como tudo começou.
“Vinha com uma amiga, que vinha para pegar para ela. Como era muita coisa, começamos a distribuir para outros blocos do conjunto. Ela foi embora de lá e eu continuei. Cheguei com a cara e a coragem para ajudar algumas familiais e venho até hoje”, contou a auxiliar de serviços gerais. 
Alimentos são doados a moradores conjunto habitacional Otílio Roncetti, em Cachoeiro de Itapemirim
Alimentos são doados a moradores do conjunto habitacional Otílio Roncetti, em Cachoeiro Crédito: Matheus Martins
Segundo Janaína, as doações começaram quando ela ainda estava desempregada.
O produtor rural de Atílio Vivácqua João Marcos, que apoia a ideia, também fica feliz em ajudar. “Acho importante, a gente tem sobrando e outra pessoa não tem para comer. É importante vender, mas doando, Deus dá em dobro”, disse em entrevista ao repórter Caio Dias, da TV Gazeta Sul.

ALÍVIO PARA FAMÍLIAS DESEMPREGADAS

Os alimentos, muitas vezes descartados pelo tamanho ou formato, são muito bem-vindos na mesa de muitas pessoas que estão desempregadas. É o caso da autônoma Carla Marília. Na casa, são quatro pessoas. Para ela, voltar com a sacola cheia de alimentos é um alívio. “Como estão vendo, todos precisam. Isso é uma benção”, disse.
Para Janaína, é preciso agir e ter empatia por quem passa por dificuldades. “A gente que já passou ou que passa por momentos difíceis, reconhece a situação de seu próximo", afirma Janaína Machado.
"Eu acho que se cada um ajudasse, as coisas no mundo seriam diferentes. Falar é fácil, a gente tem que agir, ter atitude, e essa é a minha atitude"
Janaína Machado - Auxiliar de serviços gerais

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