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Melhora da balneabilidade

Com esgoto identificado, Vitória promete Praia da Guarderia mais limpa

Em entrevista à TV Gazeta na manhã desta sexta-feira (23), o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, contou que obras estão sendo feitas para melhorar a qualidade da água do mar no local; veja os detalhes
Diony Silva

Publicado em 

23 abr 2021 às 09:23

Publicado em 23 de Abril de 2021 às 09:23

Reprodução | TV Gazeta
Reprodução | TV Gazeta Crédito: Praia da Guarderia: despejo de esgoto irregular foi identificado. Prefeito afirma que obras terminarão em menos de uma semana
O despejo de esgoto na Praia da Guarderia, no bairro Enseada do Suá, em Vitória, fez com que o local fosse classificado como "irregular" para os banhistas por muito tempo. Em entrevista à TV Gazeta na manhã desta sexta-feira (23), o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, contou que obras estão sendo feitas no local para melhorar a balneabilidade da praia.
Pazolini relata que a Prefeitura Municipal de Vitória (PMV) realizou mais de 50 vistorias, percorrendo todo o bairro, para identificar quais imóveis despejavam esgoto de forma irregular na rede pluvial de drenagem. Na pesquisa, foi constatado que sete condomínios estavam fazendo o despejo.
"Todos eles foram notificados e fizeram adequações. Além da notificação, também fizemos adequação da rede e, a partir de agora, teremos a ligação da rede de drenagem à rede de esgoto, ou seja, se ainda tiver esse despejo de esgoto, ele não chegará à praia", garantiu o prefeito.
Pazolini reforçou que, no período de uma semana, não haverá mais esgoto caindo na manilha da praia. "Foi um trabalho muito difícil, porque tivemos que ir a campo, mas obtivemos sucesso. Todos os condomínios foram identificados e ainda garantimos maior balneabilidade com essa obra. Temos certeza que a praia será própria para receber os capixabas", completou.

MENOS DE R$ 50 MIL DE CUSTO

Questionado pela reportagem da TV Gazeta sobre os custos da obra, o prefeito de Vitória relatou que o esforço maior foi na identificação dos imóveis irregulares, e que a intervenção não chegou a custar R$ 50 mil.
"A obra vai contribuir muito para o meio ambiente de Vitória. Aqui fizemos um trabalho específico de investigação. Claro que é uma premissa constante. Havendo necessidade, faremos em outros pontos. Mas aqui era urgente", concluiu Pazolini.

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