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"Treinos" na web

Pabllo Vittar é denunciada por exercício ilegal da profissão

O conselho afirma, na queixa encaminhada ao Ministério Público do Rio de Janeiro, que recebeu várias denúncias, no mês de maio, sobre os 'treinos' compartilhados pela cantora

Publicado em 14 de Agosto de 2020 às 08:02

Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 ago 2020 às 08:02
A artista Pabllo Vittar
A artista Pabllo Vittar Crédito: Reprodução/Instagram @pabllovittar
A cantora Pabllo Vittar, 25, foi denunciada pelo Cref-1 (Conselho Regional de Educação Física da 1ª Região) por suspeita de exercício ilegal da profissão. Segundo o órgão, a artista estaria dando aulas e orientações sobre atividades físicas em suas redes sociais sem que tenha a formação para isso.
O conselho afirma, na queixa encaminhada ao Ministério Público do Rio de Janeiro, que recebeu várias denúncias, no mês de maio, sobre os "treinos" compartilhados pela cantora, ressaltando trechos em que ela orienta a fazer alongamento, dá sugestões de séries de exercícios e orienta sobre posições e pesos.
"Não podemos permitir que, reiteradamente, pessoas não habilitadas exerçam ilegalmente a profissão na prestação dos serviços à sociedade, como se profissionais de educação física fossem", afirma o conselho, que aponta ter crescido o número de denúncias desse tipo nos últimos meses.
A denúncia também mostra prints de Pabllo Vittar malhando, e afirma que a conduta da cantora "coloca diversas pessoas expostas à atividades físicas que elevam a frequência cardiorrespiratória, bem como a excessivos pesos livres, podendo causar lesões e sequelas de proporções irreversíveis, chegando a óbito."
Procurada, a assessoria da cantora afirmou que "a notícia-crime protocolada pelo conselho é infundada e inverídica". "A cantora nunca prescreveu, deu aula como profissional ou orientou nenhum treino", continua a nota, que afirma que a cantora apenas mostra seus treinos , o que pode servir de motivação aos seguidores.
A prática de exercício ilegal da profissão é considerada uma contravenção penal e pode levar a pena de quinze dias a três meses de prisão, ou multa.
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