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Crise do coronavírus

Masp demite 29 funcionários por causa da paralisia das atividades

Museu, que é um dos mais famosos do Brasil, está fechado há quatro meses por conta da pandemia do novo coronavírus
Redação de A Gazeta

Publicado em 

21 jul 2020 às 07:57

Publicado em 21 de Julho de 2020 às 07:57

O Masp, em São Paulo, visto de cima
O Masp, em São Paulo, visto de cima Crédito: Drone Cyrillo/Reprodução/Instagram @masp
O Museu de Arte de São Paulo, Masp, fez uma demissão de 29 funcionários, incluindo 21 contratados em regime CLT e outros 8 estagiários, segundo confirmou ao Estadão uma fonte ligada à entidade. Os cortes representam cerca de 13% do efetivo que trabalha em um dos mais importantes museus de São Paulo.
A paralisia de mais de quatro meses das atividades em virtude da quarentena teria sido um agravante para os cortes do museu, que tem parte da receita proveniente da bilheteria, restaurantes e lojinha.
A alta do dólar também tem um impacto na realização das exposições que chegam de fora do País. A agenda das mostras foi organizada para ter entre 2021 e 2022 o tema Histórias do Brasil, ainda em 2022 os 100 anos da Semana de Arte Moderna e, em 2023, Histórias Indígenas.
A assessoria de imprensa do Museu enviou ao jornal um comunicado em que explica as demissões:
"Frente ao contexto bastante adverso gerado pela pandemia de Covid-19, o Museu de Arte de São Paulo tem empenhado todos os esforços na redução de despesas para manter a saúde financeira e operacional da instituição. Diversos museus no Brasil e no exterior estão enfrentando dificuldades semelhantes ao MASP, como perda de receita e de público, cancelamento e adaptações na programação de exposições e cortes de orçamento.
O MASP é um museu privado e tem como fonte de receita suas operações (como ingressos, restaurante, lojas e locação de espaços para eventos e espetáculos), que estão todas paralisadas desde o seu fechamento, há quatro meses. O museu também conta com patrocínios privados que, em um momento em que a economia e as empresas enfrentam dificuldades, sofrem redução.
Tentamos manter preservados todos os postos de trabalho o máximo possível, porém, diante do extenso período em que o museu se encontra fechado e das perspectivas pouco favoráveis de retomada, tanto em termos de público como de receita, um corte das despesas com a folha de pessoal tornou-se inevitável. Por isso, o quadro de funcionários foi reduzido em 13% (21 funcionários foram demitidos, de um total de 170 colaboradores).
Com isso, pretendemos ultrapassar esse período desafiador mantendo o equilíbrio orçamentário do MASP com uma programação de exposições e atividades culturais rica e saudável, seguindo nossa missão de manter o museu diverso, inclusivo e plural e voltar a receber o nosso público para experiências transformadoras e acolhedoras."

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