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Mudança na grade

Globo reedita "Álbum da Grande Família" para exibir à tarde

Programa vai ao ar após "Sessão da Tarde"

Publicado em 21 de Janeiro de 2019 às 11:49

Publicado em 

21 jan 2019 às 11:49
Crédito: Raphael Dias/TV Globo

Enquanto não decide como ficará a programação com o fim do Vídeo Show, a Globo estreia nesta segunda (21) a atração "Álbum da Grande Família". O especial vai ao ar de segunda a sexta-feira, depois da Sessão da Tarde, e exibe os melhores momentos das 14 temporadas do seriado. A cada dia, serão dois episódios costurados por uma narração de Lineu (Marco Nanini).

O seriado "A Grande Família" ficou no ar de 2001 a 2014 e conta as aventuras do dia a dia de uma família comum: cheia de problemas. Matriarca da casa, Dona Nenê, ainda vive no imaginário de Marieta Severo. "Nenhum convívio com personagens que interpretei em toda a minha carreira foi tão intenso quanto o que eu tive com a Nenê. Em raríssimas ocasiões um ator tem a oportunidade de fazer o mesmo papel durante 14 anos."

Outro artista que até hoje é lembrado por conta de sua vivência na pele de Tuco é Lúcio Mauro Filho. "Participar de um projeto tão vitorioso e com tanta repercussão é uma dádiva. É um personagem ao qual estarei sempre associado. Existem muitos Tucos por aí e eles se apresentam para mim", diverte-se.

Guta Stresser, a Bebel, acredita que "A Grande Família" tenha uma importância histórica por ter consolidado o formato de seriado no país. "É um programa que não envelhece. Ser a filha da família mais famosa do Brasil representou muito."

Marieta Severo destaca as boas lembranças dos 14 anos em que a atração ficou no ar na Globo. Um desses momentos, segundo ela, é o quanto os atores se divertiam nos bastidores. "Lembro de todo o elenco sentado no entorno daquela mesa da casa da Nenê durante os intervalos. Era muito bom."

Os amigos também fazem parte das recordações de Lúcio Mauro Filho e de Guta Stresser. "A partida do Rogério Cardoso [1937-2003] marcou a todos nós. Eu, particularmente, convivi de uma forma muito intensa com ele. Além de conviver no trabalho, ele era muito amigo do meu pai. Nós nos tornamos amigos e parceiros na arte e na vida", diz Mauro Filho.

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