Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Xiaomi é acusada de coletar dados até no modo anônimo
Violação de privacidade

Xiaomi é acusada de coletar dados até no modo anônimo

A Xiaomi é uma das quatro maiores fabricantes de celulares do mundo, e vem conquistando espaço em outros países como no Brasil

Publicado em 02 de Maio de 2020 às 16:07

Redação de A Gazeta

Publicado em 

02 mai 2020 às 16:07
Celular
Celular Crédito: Pixabay
A empresa de tecnologia chinesa Xiaomi foi acusada por dois especialistas em segurança de violar a privacidade de seus usuários. À revista Forbes, o pesquisador Gabi Cirlig afirmou que dados supostamente não consentidos de seu celular são enviados a servidores remotos do Alibaba, outra gigante chinesa, alugados pela empresa.
Cirlig detectou que seu comportamento online era vigiado de forma abusiva e que vários tipos de dados de dispositivos eram coletados indevidamente. Ele ficou assustado em ver como "sua identidade e sua vida privada estavam sendo expostas à empresa chinesa", relata a revista.
O especialista verificou que, mesmo ao utilizar o modo incógnito do navegador padrão da Xiaomi, a ferramenta registrava termos buscados no Google e no DuckDuckGo, um serviço de pesquisa focado em privacidade.
O dispositivo também estaria gravando quais pastas ele abriu e para quais telas ele passou, incluindo a barra de status e a página de configurações.
"Todos os dados estavam sendo empacotados e enviados para servidores remotos em Cingapura e na Rússia, embora os domínios da web hospedados estivessem registrados em Pequim", diz a revista.
Outro pesquisador analisou que navegadores da Xiaomi disponíveis no Google Play, como o Mi Browser Pro e o Mint Browser, estavam coletando os mesmos dados. Juntos, eles têm mais de 15 milhões de downloads, de acordo com as estatísticas do Google Play.
Os pesquisadores afirmaram que a invasão dos navegadores da Xiaomi são "muito piores do que qualquer um dos principais navegadores" do mercado. Alguns, eles ponderam, usam análises, mas sobre uso e falhas.
"Tomar o comportamento do navegador, incluindo URLs, sem consentimento explícito e no modo de navegação privada, é o pior possível", disse Cirlig.
A Xiaomi é uma das quatro maiores fabricantes de celulares do mundo, e vem conquistando espaço em outros países além da China nos últimos anos, como o Brasil.
Em seu site, a empresa afirmou que a reportagem deturpou os fatos. Diz que a segurança e a privacidade de seus usuários estão entre as prioridades e que segue leis e regulações sobre o tema em todos os países em que atua.
"Todos os dados coletados são baseados na permissão e no consentimento explícitos dos usuários", afirma. "Além disso, garantimos que todo o processo é anônimo e criptografado."
A empresa afirma que os "dados estatísticos agregados" são usados para "análises internas" e que não vincula informação de identificação pessoal a esses dados.
"A Xiaomi hospeda informações em uma infraestrutura de nuvem pública que é comum e bem conhecida no setor", acrescentou a empresa, alegando que todas as informações de usuários são armazenadas em servidores em vários mercados no exterior, seguindo as leis locais.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Acidente de moto na BR 262 em Irupi
Motociclista morre ao cair em valeta na BR 262, no Caparaó no ES
Convenção Nacional do PT (Partido dos Trabalhadores) que oficializa a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição para a Presidência da República, em São Paulo (SP)
Lula se lança à reeleição e diz que não quer ser presidente do Bolsa Família
Imagem de destaque
Torta de manteiga escocesa: aprenda a fazer o doce do desenho "Pica-Pau"

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados