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R$ 600

Secretário do Tesouro rejeita tornar permanente auxílio emergencial

Em videoconferência com a consultoria política Arko Advice, o secretário afirmou que nenhum país do mundo conseguiria pagar a conta de ter metade da população em programas assistenciais do governo

Publicado em 05 de Maio de 2020 às 15:12

Redação de A Gazeta

Publicado em 

05 mai 2020 às 15:12
Pessoas na fila da agência da Caixa, em Campo Grande, para receber o auxílio de R$ 600,00 e o Bolsa Família - Cariacica/ES
Pessoas na fila da agência da Caixa, em Campo Grande, para receber o auxílio de R$ 600,00  Crédito: Vitor Jubini
O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, rejeitou nesta terça-feira (5) a ideia de tornar permanente o auxílio emergencial de R$ 600 pago a informais por conta da pandemia do novo coronavírus.
Em videoconferência com a consultoria política Arko Advice, o secretário afirmou que nenhum país do mundo conseguiria pagar a conta de ter metade da população em programas assistenciais do governo.
Políticos e alguns economistas defendem a transformação do benefício emergencial pago a trabalhadores informais em uma espécie de renda básica universal.
De acordo com Mansueto, apesar das restrições fiscais, o Brasil tem um patamar elevado de gastos sociais, em comparação com outros países. Segundo ele, a União não comportaria a transformação desse auxílio em despesa permanente.
O custo estimado do programa, com duração de três meses, está próximo a R$ 130 bilhões.
O auxílio deve ser pago a 70 milhões de pessoas. Segundo o secretário, se isso for somado aos benefícios previdenciários e assistenciais já desembolsados pelo governo, o público atingido é próximo de metade da população.
"Esse programa é de curto prazo. Nenhum país do mundo conseguiria pagar a conta de colocar quase metade da população em programa de transferência de renda. Teria que aumentar muito a carga tributária", disse.
Para o secretário, o problema de o país ter quase 40% da população na informalidade não deve ser enfrentado dessa forma, mas com medidas que estimulem a geração de emprego formal.
Apesar de defender a manutenção do prazo de três meses para o programa, Mansueto não descartou eventual ampliação, caso a crise se prolongue.
"Se chegar daqui a três meses e o programa for descontinuado porque a economia voltou a funcionar, melhor. Se não for o caso, senta-se a mesa e se discute a renovação do programa e em qual magnitude", disse.

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