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Crédito mais barato

Saque-aniversário libera uso do FGTS como garantia em empréstimos

O Conselho Curador do Fundo de Garantia deu aval para que bancos antecipem empréstimos aos trabalhadores com base em todo o saldo que a pessoa tem na conta

Publicado em 06 de Maio de 2020 às 07:39

Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 mai 2020 às 07:39
FGTS
FGTS: recursos serão depositados em uma conta e usados para abater empréstimos em caso de inadimplência do trabalhador Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil
BRASÍLIA - O Conselho Curador do FGTS, o fundo bilionário com recursos do trabalhador, deu aval nesta terça-feira (5) para que bancos possam antecipar empréstimos aos trabalhadores que optaram pela modalidade de saque-aniversário. 
O saldo - e não somente o valor anual da retirada - poderá ser dado em garantia, a exemplo do que já ocorre com a restituição do Imposto de Renda. A ideia é que a pessoa possa pegar um crédito com juros menores.
Criado por lei no ano passado, o saque-aniversário permite retiradas uma vez por ano de contas ativas e inativas, sempre no mês de aniversário do titular da conta, e só vale para quem optou em não receber parte do que tem direito em caso de demissão sem justa causa.
Em vez de ficar esperando a data de saque para retirar o dinheiro, o trabalhador poderá usar todo o saldo disponível no FGTS para tomar empréstimos em bancos.
A regulamentação da medida já tinha sido aprovada pelo conselho no final de abril. Faltava, no entanto, que ela fosse chancelada pelo conselho.
A partir de agora, a Caixa Econômica Federal, que administra o FGTS, terá até um mês para organizar esse mercado.
Caberá ao banco definir as regras e os procedimentos para que outras instituições também possam oferecer crédito. Neste caso, os bancos também terão mais 30 dias de prazo para começarem a operar com essas linhas.
A medida, que já vinha sendo preparada pelo Ministério da Economia antes da crise causada pelo coronavírus, pode liberar até R$ 100 bilhões em recebíveis de crédito (que vão lastrear os empréstimos) nos próximos quatro anos.
A previsão foi feita pelo secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues. Como o risco de inadimplência para os bancos neste caso é praticamente zero, já que os recursos estão depositados nas contas do trabalhador, as taxas a serem cobradas deverão ser mais baixas. O dinheiro ficará depositado na conta do trabalhador e só será destinado ao banco credor em caso de inadimplência.?
Por meio de sua assessoria, o Itaú disse que irá "estudar as condições estabelecidas para avaliar a oferta dessa linha". Os demais bancos não se manifestaram até o momento.

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