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Pandemia

Incerteza na economia cai 6,1 pontos em setembro ante agosto, diz prévia da FGV

A FGV destacou que, em setembro, o ritmo da queda acelerou. Em agosto, a queda sobre julho tinha sido de 3,4 pontos

Publicado em 14 de Setembro de 2020 às 11:23

Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 set 2020 às 11:23
Coronavírus tem provocado impacto na economia
Coronavírus tem provocado impacto na economia Crédito: Freepik
O Indicador de Incerteza da Economia Brasileira (IIE-Br) caiu 6,1 pontos na passagem de agosto para setembro, segundo a prévia do indicador deste mês divulgada nesta segunda-feira (14), pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Se confirmado, o índice descerá a 154,2 pontos. Após o quinto mês em queda, o IIE-Br devolverá 59% da alta de 95,4 pontos observada no bimestre março-abril, na esteira da crise causada pela pandemia de Covid-19.
A FGV destacou que, em setembro, o ritmo da queda acelerou. Em agosto, a queda sobre julho tinha sido de 3,4 pontos. "A aceleração da tendência de queda do Indicador de Incerteza nesta prévia de setembro tem relação com a sustentação do cenário de retorno gradual da atividade econômica e do relaxamento de medidas de isolamento social impostas pela pandemia de Covid-19", diz a nota divulgada pela FGV.
Apesar da "evolução favorável na margem", a FGV ressaltou ainda que a o IIE-Br ainda está 39 pontos acima do nível anterior à pandemia. A entidade destaca como fatores a manter a incerteza elevada, na comparação com o início do ano, "a preocupação com a dinâmica da economia após a redução dos estímulos fiscais, a evolução ainda incerta da crise sanitária, o andamento de reformas no Congresso e o difícil cenário para as finanças públicas", continua a nota.
O IIE-Br é formado por dois componentes: o IIE-Br Mídia, que faz o mapeamento nos principais jornais da frequência de notícias com menção à incerteza; e o IIE-Br Expectativa, que é construído a partir das dispersões das previsões para a taxa de câmbio e para o IPCA.
Na prévia de setembro, o componente de Mídia recuou 6,5 pontos, para 137 pontos. O componente de Expectativas diminuiu 2 pontos, para 200,6 pontos. Segundo a FGV, o Índice de Expectativas devolveu até o momento apenas 26% das altas ocorridas entre março e maio.

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