Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Governo precisará de aval do Congresso para gastar R$ 453,7 bi em 2021
Lei Orçamentária

Governo precisará de aval do Congresso para gastar R$ 453,7 bi em 2021

A apresentação da PLOA (Proposta de Lei Orçamentária Anual) inclui uma projeção do valor que seria obtido meio de títulos públicos

Publicado em 31 de Agosto de 2020 às 17:04

Redação de A Gazeta

Publicado em 

31 ago 2020 às 17:04
Congresso Nacional, em Brasília
Congresso Nacional, em Brasília Crédito: Arquivo/Agência Brasil
O governo vai depender do Congresso pelo terceiro ano seguido para pagar aposentadorias, salários e Bolsa Família.
Apresentação da PLOA (Proposta de Lei Orçamentária Anual) inclui uma projeção de R$ 453,715 bilhões que seriam obtido meio de títulos públicos. As despesas totais somam R$ 1,5 trilhão.
A estimativa foi divulgada na tarde desta segunda-feira (31) pela equipe do ministro Paulo Guedes (Economia). O governo precisará de aval do Legislativo para aprovar o Orçamento de 2021 e também para liberar os valores condicionados.
Sem essa autorização, o Executivo descumprirá a chamada regra de ouro, norma que impede o governo de se endividar para pagar despesas correntes, como salários, Previdência e benefícios assistenciais.
É a terceira vez que o governo depende de aprovação desse crédito extra, reflexo da crise nas contas públicas.
Quando apresentou a proposta de Orçamento de 2020, a equipe econômica estimou que precisaria de autorização para emitir títulos no valor de R$ 367 bilhões, dinheiro usado para pagar aposentadorias, salários e Bolsa Família.
Em 2019, Guedes pediu ao Congresso para que houvesse uma exceção à regra de ouro, e os parlamentares autorizaram que R$ 248 bilhões fossem obtidos com a emissão de títulos e usados em transferências assistenciais, aposentadoria e Bolsa Família.
Sem a autorização do Congresso, o governo não poderá se endividar para bancar parte das aposentadorias no ano.
O gasto estimado com benefícios previdenciários, o que inclui também auxílios em caso de doença, por exemplo, é de R$ 704,4 bilhões no próximo ano.
Desse total, R$ 272,1 bilhões são dependentes do aval dos parlamentares para que o governo busque recursos em títulos públicos.
Despesas com pessoal, Bolsa Família, subsídios e fundo de educação básica estão condicionados à aprovação do Congresso.
Vincular o crédito extra a gastos de cunho social foi uma estratégia adotada no Orçamento de 2019. Assim, a resistência dos parlamentares à medida cai.
O Legislativo autorizou o governo a descumprir a regra de ouro em 2019 quando faltavam poucos dias para começar a faltar dinheiro para o BPC, benefício assistencial pago a idosos carentes e deficientes.
Por ser um caso incomum, o projeto que libera o crédito da regra de ouro precisa do apoio da maioria dos parlamentares - 257 na Câmara e 41 no Senado.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

BR 262 é liberada após cratera se abrir em Venda Nova do Imigrante
Obra em trecho da BR 262 em Venda Nova termina até dezembro, diz DNIT
Caian Zattar fez "Malhação"
Mesmo na TV e filho de famosos, ator de ‘Malhação’ trabalha em loja "para não passar fome"
Tininho Batista foi prefeito de Marataízes de 2017 a 2024.
TRE-ES barra candidatura de ex-prefeito de Marataízes

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados