Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • "Discussão sobre capitalização da Previdência voltará a acontecer"
Nova aposentadoria

"Discussão sobre capitalização da Previdência voltará a acontecer"

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, afirma que novo regime deve voltar a ser debatido pelo Congresso

Publicado em 17 de Outubro de 2019 às 13:44

Estadão Conteúdo

Publicado em 

17 out 2019 às 13:44
Rogério Marinho, secretário especial de Previdência e Trabalho Crédito: LUCIO BERNARDO JR./CÂMARA DOS DEPUTADOS
O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, disse que o modelo de capitalização, que foi abandonado na reforma da Previdência que deve ser aprovada na próxima semana no Senado, deverá retornar naturalmente em breve. Ele afirmou que durante o debate do tema neste ano houve uma série de "meias verdades" e que o benefício em relação a essa modelo acabou sendo "mascarado nas narrativas".
Marinho disse que, quando esse assunto foi para a mesa, usou-se a reforma da Previdência do Chile, que adotou o modelo de capitalização, para mostrar que esse modelo era ruim. "Não é verdade que a taxa de suicídio no Chile seja maior do que no restante da América Latina", comentou, em relação a um dos argumentos usados pelos opositores ao modelo de capitalização.
O secretário especial de Previdência e Trabalho afirmou também que o governo precisa observar as novas formas de ocupação que começam a surgir na sociedade e que é preciso criar formas de ajudar aqueles que querem empreender. Nesse sentido, Marinho defendeu o micro crédito, até mesmo sem as garantias tradicionais.
"É uma estratégia que funciona no mundo inteiro. Gera renda e é uma atividade econômica para essas pessoas. Com elas tendo um mínimo de educação financeira elas vão se preocupar com o futuro e terão que poupar", afirmou Marinho.
Ele disse que, assim, seria preciso que sejam criados produtos financeiros que se adequem a essas pessoas.
Reformas estruturais 'no forno'
O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia disse que uma "série de reformas estruturais estão no forno" e serão apresentadas até a próxima semana. Entre elas, citou uma "customização" da regra de ouro, do teto de gastos e da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Durante o 40º Congresso brasileiro da previdência complementar fechada, ele afirmou não defender que esses parâmetros sejam retirados, mas ponderou que mudanças terão que ser feitas. "(Precisamos fazer) a mudança de alguns parâmetros fiscais que permitam que saiamos dessa armadilha que nós mesmos nos colocamos, que é a questão da regra de ouro, do teto de gastos, da Lei de Responsabilidade Fiscal. Não defendo que nenhum desses parâmetros sejam retirados, mas é necessário que sejam customizados para nos adaptar a uma situação em que gastos obrigatórios crescem acima da inflação e o teto só cresce pela inflação", disse.
O secretário também sinalizou que a reforma administrativa e o pacto federativo serão apresentados em breve: "Uma série de reformas estruturais que estão no forno, que vão ser anunciadas nessa semana e na semana subsequente. O pacto federativo, com a redistribuição dos recursos a partir do governo central para Estados e municípios, a própria reforma do Estado brasileiro, para retirar penduricalhos na Constituição Pública, a modernização e transparência da administração pública", afirmou.
Regra de ouro
Marinho disse ainda que a proposta que o governo quer encaminhar ao Congresso Nacional para mudar regras fiscais deve ser enviada tão logo a reforma da Previdência seja aprovada. Segundo ele, a ideia é flexibilizar gastos dentro do Orçamento e criar gatilhos para a regra de ouro.
"A ideia, que deve chegar em breve no Congresso Nacional, é flexibilizar, desindexar e desobrigar os gastos dentro do Orçamento. Não quero antecipar, nos próximos 15 isso deve estar acontecendo. Deixa aprovar a Previdência. Mas basicamente são gatilhos da regra de ouro que precisam ser disparados para impedir que haja, numa emergência, problemas insolúveis para municípios, Estados e União", comentou o secretário.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

PRF apreende 7 kg de cocaína dentro de carro na BR 101 em Atílio Vivácqua
PRF apreende mais de 7 kg de cocaína em carro na BR 101, em Atílio Vivácqua
Para Marina, o reconhecimento dentro de uma relação precisa vir de quem conhece sua vida
Marina Ruy Barbosa diz não aceitar homem que se incomode com seu sucesso
Fábrica da Unilever
Anvisa suspende produção na fábrica da Unilever após identificar irregularidades

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados