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Mercado Financeiro

Com temor em NY por alta da inflação, Ibovespa volta aos 119 mil pontos

Muito embora tenha voltado dois mil pontos na parte matutina da sessão de negócios, logo após a inflação americana medida pelo CPI ter amargado os humores dos investidores

Publicado em 12 de Maio de 2021 às 17:57

Agência Estado

Publicado em 

12 mai 2021 às 17:57
Investimentos, Bolsa de Valores
O ibovespa encerrou o pregão com perdas de 2,65%, aos 119.710,03 pontos, o menor nível desde o dia 5 de maio. Crédito: Pexels
O Ibovespa caiu pouco mais de 3,2 mil pontos em uma sessão marcada pela apreensão dos investidores em relação ao aumento da inflação nos Estados Unidos. Encerrou o pregão com perdas de 2,65%, aos 119.710,03 pontos, o menor nível desde o dia 5 de maio e nem mesmo a força das commodities, que fez o índice subir para perto dos 123 mil pontos na sessão da véspera, esteve presente para segurar a derrocada propiciada pelos maus ventos vindos de Nova York onde os índices pares do mercado acionário caíram de forma acentuada, os juros dos treasuries subiram assim como o dólar se fortaleceu. Ainda assim, no acumulado deste mês, ainda há ganho de 0,69% e, no ano, de 0,58%.
Muito embora tenha voltado dois mil pontos na parte matutina da sessão de negócios, logo após a inflação americana medida pelo CPI ter amargado os humores dos investidores que dispararam ordens de venda, perto do fechamento, o Ibovespa voltou a aprofundar o ritmo de perdas. Além do déficit fiscal elevado do governo Em um dia já marcado pelo estresse, a falta de convergência sobre o custeio da proposta do pacote de infraestrutura do presidente americano, Joe Biden, também foi motivo para acentuar o movimento. Dow Jones perdeu 1,94%, S&P 500 cedeu 2,11% e Nasdaq recuou 2,60%.
Especialistas em renda variável disseram acreditar que, apesar do movimento massivamente em sintonia com o exterior, os ruídos políticos e em torno das questões fiscais do Brasil seguem como pano de fundo para a maior cautela tanto no mercado de ações quanto em outros ativos locais.
Para Victor Hasegawa, gestor da Infinity Asset, vê como um movimento de correção o que ocorreu na sessão desta quarta após uma sequencia de alta ininterrupta. "Em especial, Nova York, tecnicamente, estava precisando de correção e esse dado de inflação que veio hoje foi um motivo", diz, mas, ressalta, não indica uma reversão de tendência de alta, uma vez que, ao que tudo indica, a injeção de estímulos na economia vai continuar. "A quantidade de liquidez que tem nos mercados é gigante e justifica os ativos performando bem."
Para Felipe Sichel, estrategista-chefe do banco digital modalmais, o estresse externo é explicado porque não existe clareza se o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) mudará o discurso daqui a seis meses, em condições distintas de inflação, e o mercado antecipa isso.

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