Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Com pandemia, dívida pública chega a 85,5% do PIB em junho
Coronavírus

Com pandemia, dívida pública chega a 85,5% do PIB em junho

Com o aumento de gastos públicos em razão da crise sanitária, a dívida bruta brasileira pode fechar 2020 em 100% do PIB, segundo estimativas da equipe econômica

Publicado em 31 de Julho de 2020 às 12:40

Redação de A Gazeta

Publicado em 

31 jul 2020 às 12:40
A dívida pública chegou a 85,5% do PIB em junho
A dívida pública chegou a 85,5% do PIB em junho Crédito: Burak K/ Pexels
Sob o efeito da pandemia do novo coronavírus, a dívida pública chegou a 85,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em junho, aumento de 3,6 pontos percentuais em relação ao mês anterior, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira (31).
Com o aumento de gastos públicos em razão da crise sanitária, a dívida bruta brasileira pode fechar 2020 em 100% do PIB, segundo estimativas da equipe econômica.
Em 2019, o endividamento estava em 75,8% do PIB. A dívida líquida, que desconta os ativos do governo, também foi impactada pela piora fiscal e alcançou 58,1% do PIB em junho, aumento de 3 pontos em relação a maio.
As contas públicas registraram no primeiro semestre rombo de R$ 407,7 bilhões. O valor é 3,18 vezes maior que a fixada em lei, de R$ 127,9 bilhões, para 2020.
Com o decreto de calamidade pública, no entanto, o governo foi autorizado a extrapolar esse montante.
O rombo equivale a 6,38% do PIB. Apenas em junho, o déficit primário foi de R$ 188,7 bilhões, maior da série histórica, iniciada em 2001.
O resultado primário indica a capacidade do governo de pagar as contas, exceto os encargos da dívida pública. Se as receitas são maiores que as despesas, há superávit. Caso contrário, há déficit.
Nesta quinta-feira (30), o Tesouro Nacional divulgou um rombo recorde de R$ 417 bilhões no primeiro semestre deste ano. O resultado é o pior para o período da série histórica, que teve início há 23 anos.
Os números divulgados pelo Tesouro e pelo Banco Central têm metodologias diferentes. A autoridade monetária utiliza o cálculo "abaixo da linha", que leva em conta a necessidade de financiamento do setor público descontando os juros da dívida.
O Tesouro calcula os dados fiscais "acima da linha", que são receitas menos despesas, exclusive juros.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Rock Doido, que deu origem ao novo projeto, se tornou um dos álbuns mais bem sucessidos da artista
Gaby Amarantos revisita músicas do "Rock Doido" em novo projeto acústico
Guarda de Vitória localiza e retira câmera de monitoramento do tráfico em Inhanguetá
Câmera de de segurança usada pelo tráfico é descoberta em Vitória
Passarin Casa Restaurante, em Pedra Azul
Restaurante propõe cozinha clássica com vista encantadora para a Pedra Azul

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados